{"id":13720,"date":"2025-10-18T09:13:41","date_gmt":"2025-10-18T12:13:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/?p=13720"},"modified":"2025-10-17T15:17:50","modified_gmt":"2025-10-17T18:17:50","slug":"estudos-da-ufsb-em-parceria-com-universidade-de-oxford-destacam-nova-especie-e-novos-nomes-de-especies-de-camarao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/2025\/10\/18\/estudos-da-ufsb-em-parceria-com-universidade-de-oxford-destacam-nova-especie-e-novos-nomes-de-especies-de-camarao\/","title":{"rendered":"Estudos da UFSB em parceria com Universidade de Oxford destacam nova esp\u00e9cie e novos nomes de esp\u00e9cies de camar\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dois novos artigos na \u00e1rea de\u00a0Carcinologia\u00a0apresentam quest\u00f5es sobre a identifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de camar\u00f5es. Um dos estudos descreve uma esp\u00e9cie at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida pela ci\u00eancia; o outro realoca esp\u00e9cies em um outro g\u00eanero, mudando os nomes cient\u00edficos. Essas quest\u00f5es s\u00e3o relevantes para o campo cient\u00edfico e para setores produtivos, uma vez que conseguir identificar corretamente as esp\u00e9cies permite o melhor aproveitamento alimentar e comercial e ajuda nos esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>Um dos autores presentes em ambos os artigos \u00e9 o professor Fabr\u00edcio Lopes de Carvalho, atuante no Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Agroflorestais (CFCAF)\u00a0 da Universidade Federal do Sul da Bahia\u00a0 e pesquisador do tema. Em pesquisa anterior, ele e outros cientistas constataram que o m\u00e9todo tradicional para distinguir as esp\u00e9cies, por meio da estrutura do rostro, era insuficiente e propuseram a verifica\u00e7\u00e3o de estruturas sexuais masculinas como etapa adicional. Os estudos foram aceitos e publicados na revista Journal of Crustacean Biology. As publica\u00e7\u00f5es resultam de pesquisa realizada em parceria com a Universidade de Oxford, em um projeto conjunto financiado pelo CNPq para fomentar a internacionaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Os artigos publicados refor\u00e7am a necessidade de metodologias mais sofisticadas que combinem ecologia, morfologia e gen\u00e9tica para a identifica\u00e7\u00e3o coerente de esp\u00e9cies de camar\u00e3o de \u00e1gua doce e aloca\u00e7\u00e3o das mesmas em g\u00eaneros. De acordo com o professor Fabr\u00edcio, erros nesse processo podem gerar consequ\u00eancias s\u00e9rias para a conserva\u00e7\u00e3o e para a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e alimentar: &#8220;Esse problema \u00e9 particularmente sens\u00edvel na Am\u00e9rica do Sul, onde a fauna de camar\u00f5es de \u00e1gua doce ainda \u00e9 pouco conhecida. Essa lacuna no conhecimento prejudica desde estrat\u00e9gias de manejo e conserva\u00e7\u00e3o at\u00e9 etapas fundamentais, como a pr\u00f3pria avalia\u00e7\u00e3o de risco de extin\u00e7\u00e3o feita pelo ICMBio. Em muitos casos, a delimita\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies \u00e9 incerta, o que fragiliza o processo de tomada de decis\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-13722\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/img_20120107_63v93w6d11sj-Macrobrachium-bouvieri-femea-ovada-foto-de-Mario-Gervasi.jpg\" alt=\"\" width=\"381\" height=\"249\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/img_20120107_63v93w6d11sj-Macrobrachium-bouvieri-femea-ovada-foto-de-Mario-Gervasi.jpg 640w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/img_20120107_63v93w6d11sj-Macrobrachium-bouvieri-femea-ovada-foto-de-Mario-Gervasi-300x196.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 381px) 100vw, 381px\" \/><\/p>\n<p>Esp\u00e9cie at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida<br \/>\nO primeiro estudo\u00a0descreve uma dessas esp\u00e9cies at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida da ci\u00eancia e que apresenta com uma caracter\u00edstica diferente dos demais do g\u00eanero\u00a0Macrobrachium: \u00e9 desprovida de um palpo mandibular. A investiga\u00e7\u00e3o foi descrita no artigo\u00a0The description and ecology of a novel diminutive species of Macrobrachium Spence Bate, 1868 (Decapoda: Caridea: Palaemonidae) from Amazonia, the first lacking a mandibular palp [Descri\u00e7\u00e3o e ecologia de uma nova esp\u00e9cie diminuta de Macrobrachium Spence Bate, 1868 (Decapoda: Caridea: Palaemonidae) da Amaz\u00f4nia, a primeira sem palpo mandibular], assinada por\u00a0Fabr\u00edcio L. Carvalho, da Universidade Federal do Sul da Bahia (CFCAF\/UFSB),\u00a0Elmo P. Silva, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amaz\u00f4nia (INPA),\u00a0Tha\u00eds A. Mota, da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e Sammy De Grave, do Museu de Hist\u00f3ria Natural da Universidade de Oxford.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A equipe de cientistas concluiu que os aspectos morfol\u00f3gicos &#8211; as formas do corpo &#8211; s\u00e3o insuficientes para a delimita\u00e7\u00e3o de g\u00eaneros em esp\u00e9cies de camar\u00e3o. Isso porque a aus\u00eancia de palpo mandibular da esp\u00e9cie\u00a0Macrobrachium magalhaesi\u00a0sp. nov \u00e9 in\u00e9dita no g\u00eanero\u00a0Macrobrachium\u00a0e existente em camar\u00f5es de outros g\u00eaneros. Mesmo com essa caracter\u00edstica diferenciada, a nova esp\u00e9cie apresenta todas as outras caracter\u00edsticas diagn\u00f3sticas do g\u00eanero. O nome da nova esp\u00e9cie \u00e9 uma homenagem ao carcin\u00f3logo Dr. C\u00e9lio Magalh\u00e3es, que trabalhou por muitos anos no Instituto Nacional\u00a0de Pesquisas da Amaz\u00f4nia, institui\u00e7\u00e3o que administra a Reserva\u00a0Florestal Ducke, em Manaus, no estado do Amazonas, onde o estudo foi realizado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A coleta de esp\u00e9cimes ocorreu em 32 pontos de amostragem,\u00a0entre maio de 2018 e janeiro de 2024. Os camar\u00f5es coletados foram analisados com microscopia, para a descri\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica. O camar\u00e3o\u00a0Macrobrachium magalhaesi\u00a0sp. nov. apresenta rostro bem desenvolvido, dentes dorsais e ventrais, presen\u00e7a de dentes hep\u00e1tico e antenal, medindo entre 1,2 cm e 2,6 cm, com f\u00eameas maiores que machos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As an\u00e1lises ecol\u00f3gicas, com um modelo computacional criado no software R, geraram os principais dados obtidos sobre o habitat. O\u00a0Macrobrachium magalhaesi\u00a0sp. nov. \u00e9 mais frequente em\u00a0igarap\u00e9s de segunda ordem, em trechos rasos e com bastante ac\u00famulo de material org\u00e2nico em decomposi\u00e7\u00e3o, como\u00a0folhas,\u00a0galhos,\u00a0flores,\u00a0frutos,\u00a0sementes\u00a0e\u00a0dejetos\u00a0de\u00a0animais, coexistindo com outras esp\u00e9cies. As informa\u00e7\u00f5es sobre reprodu\u00e7\u00e3o indicam que essa esp\u00e9cie produz poucos ovos grandes e as larvas t\u00eam desenvolvimento abreviado. \u00c9 poss\u00edvel que essa esp\u00e9cie tenha sido coletada anteriormente e confundida com ind\u00edviduos jovens de outras esp\u00e9cies, por ser bem pequena.<\/p>\n<p>A metodologia empregada, articulando\u00a0morfologia, gen\u00e9tica e ecologia, insere-se na chamada taxonomia integrativa, uma abordagem cada vez mais valorizada por superar as limita\u00e7\u00f5es de m\u00e9todos isolados, como detalha o professor Fabr\u00edcio de Carvalho: &#8220;A gen\u00e9tica, sozinha, ainda n\u00e3o nos permite operacionalizar a aplica\u00e7\u00e3o dos nomes das esp\u00e9cies no dia a dia do trabalho com biodiversidade. Embora a morfologia seja fundamental para o reconhecimento pr\u00e1tico das esp\u00e9cies, ela pode falhar diante de esp\u00e9cies cr\u00edpticas que s\u00e3o muito dif\u00edceis de serem diferenciadas apenas observado as caracter\u00edsticas vis\u00edveis dos organismos. Dessa forma,\u00a0a ecologia entra como mais uma fonte de evid\u00eancia para o reconhecimento de novas esp\u00e9cies. A articula\u00e7\u00e3o entre essas linhas de evid\u00eancia permite uma delimita\u00e7\u00e3o mais robusta e confi\u00e1vel das esp\u00e9cies. Essa estrat\u00e9gia \u00e9 particularmente relevante para os camar\u00f5es de \u00e1gua doce da Am\u00e9rica do Sul, cuja fauna ainda \u00e9 pouco conhecida, e representa um avan\u00e7o inovador ao fortalecer a compreens\u00e3o da biodiversidade e subsidiar tanto esfor\u00e7os de conserva\u00e7\u00e3o quanto estudos evolutivos.&#8221;<\/p>\n<p>Camar\u00f5es com novos nomes cient\u00edficos<br \/>\nJ\u00e1 no segundo artigo, a discuss\u00e3o \u00e9 em torno da vincula\u00e7\u00e3o correta de esp\u00e9cies de camar\u00f5es a um g\u00eanero, novamente instigada pelo avan\u00e7o no entendimento sobre caracter\u00edsticas de identifica\u00e7\u00e3o. O grupo\u00a0Pseudopalaemon, no caso, deveria ser considerado um sin\u00f4nimo j\u00fanior do g\u00eanero\u00a0Macrobrachium. O estudo intitulado\u00a0Multigene analysis reveals that Pseudopalaemon Sollaud, 1911 is a junior synonym of Macrobrachium Spence Bate, 1868 (Decapoda: Caridea: Palaemonidae) [An\u00e1lise multig\u00eanica revela que Pseudopalaemon Sollaud, 1911 \u00e9 sin\u00f4nimo j\u00fanior do g\u00eanero amplamente distribu\u00eddo Macrobrachium Spence Bate, 1868 (Decapoda: Caridea: Palaemonidae)]\u00a0\u00e9 assinado por\u00a0\u00a0Tha\u00eds A. Mota, da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC),\u00a0Sammy De Grave, do Museu de Hist\u00f3ria Natural da Universidade de Oxford, e\u00a0Fabr\u00edcio L. Carvalho, da Universidade Federal do Sul da Bahia (CFCAF\/UFSB). A pesquisa recebe fomento da Comiss\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (CAPES) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico (CNPq).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pesquisa realizada conclui pela realoca\u00e7\u00e3o e renomea\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies depois de analisar a gen\u00e9tica de 40 esp\u00e9cimes de camar\u00f5es de 38 esp\u00e9cies, sendo tr\u00eas delas vinculadas ao grupo\u00a0Pseudopalaemon, 25 ao\u00a0Macrobrachium\u00a0e dez ao\u00a0Palaemon. A an\u00e1lise gen\u00e9tica levou a considerar que as tr\u00eas esp\u00e9cies apresentam caracter\u00edsticas de\u00a0Macrobrachium, sendo a\u00a0P. amazonensis\u00a0e\u00a0P. chryseus\u00a0agrupados com esp\u00e9cies amaz\u00f4nicas (M. jelskii, M. amazonicum) e a esp\u00e9cie-tipo\u00a0P. bouvieri\u00a0agrupada com esp\u00e9cies do clado platino (M. borellii,\u00a0M. brasiliense). Com isso, a equipe de cientistas prop\u00f5e que todas as sete esp\u00e9cies antes denominadas sob o grupo\u00a0Pseudopalaemon\u00a0passem a ser nomeadas sob o g\u00eanero\u00a0Macrobrachium.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A aus\u00eancia do palpo mandibular \u00e9\u00a0homopl\u00e1sica, uma vez que perdas independentes do palpo ocorreram m\u00faltiplas vezes em linhagens sul-americanas, incluindo a nova esp\u00e9cie descrita pelos pesquisadores no artigo descrito no come\u00e7o deste texto. Por isso, \u00e9 insuficiente como crit\u00e9rio gen\u00e9rico.\u00a0Estudos anteriores nessa \u00e1rea haviam sinalizado para a fragilidade do emprego do crit\u00e9rio morfol\u00f3gico que antes justificava a exist\u00eancia do grupo\u00a0Pseudopalaemon. A fam\u00edlia Palaemonidae, \u00e0 qual esses grupos pertencem, inclui mais de 1.100 esp\u00e9cies em 227 g\u00eaneros, o que d\u00e1 uma ideia da complexidade de identificar correta e coerentemente cada esp\u00e9cie e cada g\u00eanero.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O professor Fabr\u00edcio Lopes de Carvalho explica que, no campo da\u00a0taxonomia, g\u00eaneros s\u00e3o categorias que agrupam esp\u00e9cies pr\u00f3ximas, devendo refletir suas rela\u00e7\u00f5es de parentesco evolutivo. &#8220;Quando uma revis\u00e3o demonstra que determinadas esp\u00e9cies n\u00e3o compartilham uma hist\u00f3ria comum com as demais do g\u00eanero em que estavam inseridas, torna-se necess\u00e1rio realoc\u00e1-las para que a classifica\u00e7\u00e3o seja coerente com as rela\u00e7\u00f5es de parentesco entre as esp\u00e9cies. Essa corre\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental, pois a aloca\u00e7\u00e3o adequada em g\u00eaneros corretos impacta desde estudos evolutivos e biogeogr\u00e1ficos at\u00e9 estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o e manejo. Foi exatamente isso que ocorreu com as esp\u00e9cies antes atribu\u00eddas a\u00a0Pseudopalaemon, que, \u00e0 luz de novas evid\u00eancias morfol\u00f3gicas e moleculares, revelaram maior afinidade com\u00a0Macrobrachium, passando a ser inclu\u00eddas neste g\u00eanero e tornando sua classifica\u00e7\u00e3o mais precisa e alinhada \u00e0s rela\u00e7\u00f5es de parentesco reais.&#8221; A conclus\u00e3o do artigo inclui a defesa do uso de m\u00e9todos de an\u00e1lise molecular para redefini\u00e7\u00e3o da sistem\u00e1tica da fam\u00edlia Palaemonidae.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A quest\u00e3o da identifica\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies \u00e9 mais ampla. O professor Fabr\u00edcio afirma que o mesmo problema ocorre com outros grupos de crust\u00e1ceos, alguns dos quais s\u00e3o temas do mesmo projeto em parceria com a Universidade de Oxford, em uma escala global. Al\u00e9m disso, o Grupo de Pesquisa em Carcinologia, coordenado por ele, conduz outras investiga\u00e7\u00f5es no Sul da Bahia: &#8220;Temos uma linha de pesquisa que investiga a exist\u00eancia de novas esp\u00e9cies de caranguejos de \u00e1gua doce em rios da regi\u00e3o. Conduzimos tamb\u00e9m estudos que buscam avaliar o efeito de atividades antr\u00f3picas sobre esp\u00e9cies nativas de crust\u00e1ceos, sobre a produ\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas de camar\u00f5es para alimenta\u00e7\u00e3o humana e sobre o uso de fontes alternativas para a alimenta\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Dois novos artigos na \u00e1rea de\u00a0Carcinologia\u00a0apresentam quest\u00f5es sobre a identifica\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de camar\u00f5es. Um dos estudos descreve uma esp\u00e9cie at\u00e9 ent\u00e3o desconhecida pela ci\u00eancia; o outro realoca esp\u00e9cies em um outro g\u00eanero, mudando os nomes cient\u00edficos. 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