{"id":1407,"date":"2020-08-12T07:51:07","date_gmt":"2020-08-12T10:51:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/?p=1407"},"modified":"2020-08-12T09:57:37","modified_gmt":"2020-08-12T12:57:37","slug":"a-redescoberta-da-arvore-de-cacau-responsavel-pelo-melhor-cacau-do-mundo-pode-revolucionar-mercado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/2020\/08\/12\/a-redescoberta-da-arvore-de-cacau-responsavel-pelo-melhor-cacau-do-mundo-pode-revolucionar-mercado\/","title":{"rendered":"A redescoberta da \u00e1rvore de cacau respons\u00e1vel pelo melhor cacau do mundo pode revolucionar o mercado"},"content":{"rendered":"<div><\/div>\n<div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"85\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">(Por Lavinia Wanjau, BBC)-Viajar para o c\u00e2nion do rio Mara\u00f1\u00f3n, no norte do Peru, \u00e9 como voltar no tempo. A paisagem montanhosa \u00e9 repleta de casas de tijolos de barro. A eletricidade, que chegou a essa regi\u00e3o h\u00e1 apenas tr\u00eas anos, est\u00e1 dispon\u00edvel apenas em algumas moradias, e o fornecimento de energia pode ser inst\u00e1vel. Funciona s\u00f3 cinco dias por semana, e voc\u00ea nunca sabe quais cinco dias ser\u00e3o esses. Com poucas estradas pavimentadas, os moradores dessa regi\u00e3o remota dependem de mulas e bicicletas para o transporte.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O fato de o c\u00e2nion do rio Mara\u00f1\u00f3n ter permanecido relativamente intocado pelo homem foi uma b\u00ean\u00e7\u00e3o, uma vez que foi aqui que a \u00e1rvore que produz uma das variedades de cacau mais raras do mundo floresceu.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Este cacaueiro \u00e9 nativo da selva amaz\u00f4nica e tem a honra de ser a variedade mais antiga do fruto \u2014 sua exist\u00eancia remonta h\u00e1 pelo menos 5,3 mil anos. Entre os s\u00e9culos 17 e 19, o chamado cacau puro nacional foi amplamente cultivado no Equador, onde suas cobi\u00e7adas vagens ajudaram a abastecer o ent\u00e3o maior fornecedor de cacau do mundo.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>At\u00e9 que aconteceu uma trag\u00e9dia: uma praga se espalhou pelas lavouras de cacau do Equador, dizimando a esp\u00e9cie, que era altamente vulner\u00e1vel. Por meio do cruzamento com variedades mais fortes de cacaueiros, os agricultores conseguiram impedir a propaga\u00e7\u00e3o da praga, mas as novas \u00e1rvores fruto do cruzamento n\u00e3o eram capazes de produzir gr\u00e3os com mesma qualidade do puro nacional.<\/div>\n<div>No in\u00edcio do s\u00e9culo 20, especialistas declararam extinta esta variedade de cacaueiro, e acreditava-se que seu delicioso fruto estivesse perdido para sempre.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>At\u00e9 recentemente.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em 2007, dois americanos, Dan Pearson e seu enteado Brian Horsley, forneciam equipamentos e alimentos para empresas de minera\u00e7\u00e3o nos arredores do c\u00e2nion do rio Mara\u00f1\u00f3n, perto da fronteira com o Equador, quando se depararam com uma \u00e1rvore de apar\u00eancia estranha, com frutos do tamanho de uma bola de futebol americano crescendo do seu tronco.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Intrigados, sem saber do que se tratava, eles enviaram v\u00e1rias amostras da esp\u00e9cie ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em ingl\u00eas) em busca de uma resposta. Para surpresa de todos, as amostras eram de cacaueiro puro nacional.<\/div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/3BBh8irLFXNXj6zyDCFcwVjG5Dc=\/0x0:976x549\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/s\/V\/BAJZhGTh6Sqvix046QAA\/cacau2.jpg\" width=\"504\" height=\"283\" \/><\/div>\n<div>Localizado entre os picos dos Andes, o rio Mara\u00f1\u00f3n (que por acaso \u00e9 a cabeceira do rio Amazonas) esculpiu o c\u00e2nion de mesmo nome, criando uma barreira natural que salvou um pequeno grupo de cacaueiros puro nacional da praga. Ningu\u00e9m conseguia acreditar que aqueles dois homens haviam encontrado o cacau que h\u00e1 muito tempo dava-se como extinto.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Quando eles ligaram com os resultados dos testes gen\u00e9ticos em m\u00e3os e perguntaram: &#8216;Voc\u00ea est\u00e1 sentado?&#8217;, eu sabia que havia encontrado algo especial&#8221;, conta Pearson.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os cacaueiros s\u00e3o nativos da Floresta Amaz\u00f4nica, que se estende por grande parte do Peru moderno. Mas, diferentemente dos maias e astecas, que fermentavam, assavam e mo\u00edam o cacau para fazer uma bebida amarga usada em rituais religiosos, acredita-se que os incas, no Peru, n\u00e3o eram grandes consumidores do fruto.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os mission\u00e1rios espanh\u00f3is do s\u00e9culo 16 achavam a bebida maia asquerosa, mas quando adicionaram a\u00e7\u00facar a ela, ao chegar na Espanha, o chocolate se tornou uma febre no mundo todo, fazendo nascer uma ind\u00fastria global \u2014 que, nos s\u00e9culos seguintes, seria dominada pelo chocolate produzido com o gr\u00e3o puro nacional.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Isso porque, enquanto a maioria das vagens de cacau cont\u00e9m apenas gr\u00e3os roxos, o cacaueiro puro nacional tamb\u00e9m produz gr\u00e3os brancos, conhecidos por seu sabor frutado e floral, sem ser amargo.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Por terem sobrevivido isoladamente por um s\u00e9culo, os cacaueiros do c\u00e2nion do rio Mara\u00f1\u00f3n desenvolveram uma muta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica que os levou a produzir vagens com uma propor\u00e7\u00e3o significativamente maior de gr\u00e3os brancos do que as \u00e1rvores que haviam sido cultivadas no Equador s\u00e9culos antes.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>A (re)descoberta dessa esp\u00e9cie foi o come\u00e7o da jornada de Pearson e Horsley no mundo do chocolate. O cacaueiro com que se deparam ainda permanece de p\u00e9 na propriedade de um fazendeiro local chamado Don<\/div>\n<div>Fortunato.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Usando mudas do que agora chamam de &#8220;\u00e1rvore m\u00e3e&#8221;, os dois fundaram a empresa Mara\u00f1\u00f3n Chocolate e come\u00e7aram a multiplicar a popula\u00e7\u00e3o de cacaueiros puro nacional no c\u00e2nion. Em parceria com agricultores locais como Fortunato, Pearson e Horsley aprenderam a cuidar das \u00e1rvores no viveiro, al\u00e9m de fermentar e secar os preciosos gr\u00e3os de cacau depois de colhidos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ap\u00f3s terem dominado devidamente essas etapas, Pearson viajou para a Su\u00ed\u00e7a com o objetivo de transformar os gr\u00e3os do cacaueiro em um chocolate exclusivo por meio de um acordo com um renomado fabricante. Esse chocolatier, que Pearson prefere n\u00e3o citar o nome, havia sido recomendado por Franz Ziegler, chef de confeitaria aclamado mundialmente, e seu colega Paul Edwards, da Chef Rubber, empresa dedicada \u00e0 culin\u00e1ria.<\/div>\n<table class=\"tr-caption-container\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/p2.trrsf.com\/image\/fget\/cf\/460\/0\/images.terra.com\/2020\/08\/09\/113560627maranoncanyon.jpg\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tr-caption\"><em>O c\u00e2nion do rio Mara\u00f1\u00f3n impediu um pequeno<\/em><br \/>\n<em>\u00a0grupo de cacaueiros de ser dizimado por<\/em><br \/>\n<em>uma praga na lavoura<\/em><br \/>\n<em>Foto: National Geographic Image Collection\/Alamy \/ BBC News Brasil<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div>&#8220;Em nossos 50 anos somados trabalhando com chocolate, nunca provamos um sabor como este&#8221;, disseram Zeigler e Edwards em uma declara\u00e7\u00e3o conjunta em 2011, quando o chocolate foi apresentado no Instituto de Educa\u00e7\u00e3o Culin\u00e1ria (ICE, na sigla em ingl\u00eas), nos Estados Unidos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>&#8220;Tivemos que ver com nossos pr\u00f3prios olhos, ent\u00e3o, viajamos para o Peru, conhecemos as fam\u00edlias das fazendas, vimos as \u00e1rvores, os gr\u00e3os brancos, o teste gen\u00e9tico e depois observamos o processamento p\u00f3s-colheita que eles desenvolveram. Vimos o passado e o futuro do chocolate.&#8221;<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Hoje, Pearson e Horsley continuam cultivando os cacaueiros e colhendo os gr\u00e3os de acordo com a tradi\u00e7\u00e3o local, um processo que os visitantes podem presenciar entre meados de janeiro e in\u00edcio de junho.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Durante a temporada de colheita, mais de 400 agricultores que fornecem gr\u00e3os para a Mara\u00f1\u00f3n Chocolate se levantam ao amanhecer para tirar manualmente os frutos das \u00e1rvores, usando longas varas de bambu com l\u00e2minas curvas nas pontas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os frutos s\u00e3o mantidas fechadas at\u00e9 Pearson ou Horsley chegarem para inspecion\u00e1-las e garantir que contenham a propor\u00e7\u00e3o correta de gr\u00e3os brancos. Os gr\u00e3os s\u00e3o ent\u00e3o extra\u00eddos \u00e0 m\u00e3o, e eles compram na mesma hora dos agricultores, pagando um valor quase 50% acima do pre\u00e7o de mercado local para apoi\u00e1-los.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os gr\u00e3os colhidos s\u00e3o transportados at\u00e9 a unidade de processamento da Mara\u00f1\u00f3n Chocolate, a poucos quil\u00f4metros das fazendas, primeiro por burros e depois por motocicletas. Eles s\u00e3o secos e fermentados antes de serem enviados para o fabricante de chocolate na Su\u00ed\u00e7a.<\/div>\n<table class=\"tr-caption-container\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/p2.trrsf.com\/image\/fget\/cf\/460\/0\/images.terra.com\/2020\/08\/09\/113560629p07mym6n.jpg\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tr-caption\"><em>Enquanto a maioria dos cacaueiros produz<\/em><br \/>\n<em>\u00a0gr\u00e3os roxos, o puro nacional tamb\u00e9m produz gr\u00e3os brancos,<\/em><br \/>\n<em>\u00a0conhecidos por seu sabor frutado e floral<\/em><br \/>\n<em>Foto: Dawn Marie Jones\/Alamy \/ BBC News Brasil<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div>L\u00e1, os gr\u00e3os s\u00e3o processados mais uma vez em uma antiga m\u00e1quina de conchagem (que permite misturar e arejar o chocolate l\u00edquido) de 1879 para produzir o produto final: Fortunato N\u00ba 4. O produto, que tem a assinatura da Mara\u00f1\u00f3n Chocolate, recebeu esse nome em homenagem ao fazendeiro Don Fortunato, e porque foi a quarta amostra gen\u00e9tica enviada para teste que foi confirmada como sendo do lend\u00e1rio cacau.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Especialistas em chocolate do mundo todo elogiaram o Fortunato N\u00ba 4 por seu sabor encorpado, textura suave e por n\u00e3o amargar. O chef de confeitaria su\u00ed\u00e7o Roger Von Rotz o descreveu como &#8220;o Rolex dos chocolates&#8221;, enquanto o chef peruano Gast\u00f3n Acurio declarou: &#8220;Acabei de experimentar o melhor chocolate que j\u00e1 comi em toda a minha vida&#8221;.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A venda do Fortunato N\u00ba 4 \u00e9 limitada a fabricantes de chocolate finos, que o transformam em cria\u00e7\u00f5es voltadas ao consumidor e disponibilizam para venda na internet ou em lojas f\u00edsicas locais.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ser o ber\u00e7o do chocolate mais raro do mundo enche de orgulho a comunidade do c\u00e2nion do rio Mara\u00f1\u00f3n. Gra\u00e7as aos gr\u00e3os de cacau exclusivos, sua import\u00e2ncia cresceu internacionalmente, sobretudo ap\u00f3s o reconhecimento de chocolatiers de renome mundial.<\/div>\n<table class=\"tr-caption-container\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" align=\"center\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/p2.trrsf.com\/image\/fget\/cf\/460\/0\/images.terra.com\/2020\/08\/09\/113560631p07mym7m.jpg\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"tr-caption\"><em>Pearson e Horsley usam os gr\u00e3os puro nacional<\/em><br \/>\n<em>\u00a0para produzir seu chocolate, o Fortunato No 4<\/em><br \/>\n<em>Foto: Dawn Marie Jones\/Alamy \/ BBC News Brasil<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div>Don Fortunato, que cobra royalties pelas vendas do Fortunato N\u00ba 4, \u00e9 um homem feliz. Isso me ajudou financeiramente e me tornou famoso&#8221;, diz ele com um sorriso orgulhoso no rosto.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>At\u00e9 hoje, ele cuida do cacaueiro puro nacional em sua propriedade, vigiando a &#8220;m\u00e3e&#8221; do chocolate que renasceu das cinzas.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(Por Lavinia Wanjau, BBC)-Viajar para o c\u00e2nion do rio Mara\u00f1\u00f3n, no norte do Peru, \u00e9 como voltar no tempo. A paisagem montanhosa \u00e9 repleta de casas de tijolos de barro. A eletricidade, que chegou a essa regi\u00e3o h\u00e1 apenas tr\u00eas anos, est\u00e1 dispon\u00edvel apenas em algumas moradias, e o fornecimento de energia pode ser inst\u00e1vel. &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1411,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[1],"tags":[7,440,442,444,441,443],"class_list":["post-1407","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","tag-cacau","tag-canion-do-rio-maranon","tag-don-fortunato","tag-eua","tag-peru","tag-suica"],"views":2658,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1407"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1407"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1407\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1416,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1407\/revisions\/1416"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1411"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1407"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1407"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1407"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}