{"id":17718,"date":"2026-06-11T11:00:32","date_gmt":"2026-06-11T14:00:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/?p=17718"},"modified":"2026-06-11T08:36:59","modified_gmt":"2026-06-11T11:36:59","slug":"__trashed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/2026\/06\/11\/__trashed\/","title":{"rendered":"Estudo da UFSB apresenta m\u00e9todo para monitoramento din\u00e2mico de projetos de restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica"},"content":{"rendered":"<p>Um estudo conduzido por cientistas da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) testou um m\u00e9todo para acompanhamento din\u00e2mico da cobertura vegetal na Mata Atl\u00e2ntica. A ideia \u00e9 que o monitoramento forne\u00e7a dados que considerem o efeito do tempo nos processos de degrada\u00e7\u00e3o e de recupera\u00e7\u00e3o ambiental. Assim, os projetos de licenciamento e restaura\u00e7\u00e3o ambiental teriam dados essenciais para o planejamento das a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O m\u00e9todo foi testado por cientistas no Sul da Bahia e est\u00e1 descrito no artigo\u00a0<strong><em><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S2352938526001564\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S2352938526001564&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873742000&amp;usg=AOvVaw2tI-FUY7y5Ljl0_MVRtPA3\">Assessment and methodological proposal for the restoration of Brazilian Atlantic forest ecosystems<\/a><\/em><\/strong>\u00a0[Avalia\u00e7\u00e3o e proposta metodol\u00f3gica para a restaura\u00e7\u00e3o de ecossistemas da Mata Atl\u00e2ntica brasileira]. Quem assina o estudo s\u00e3o\u00a0Vin\u00edcius de Amorim Silva e Hercules da Silva Carvalho, do\u00a0<a href=\"https:\/\/ufsb.edu.br\/cftci\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/ufsb.edu.br\/cftci\/&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873742000&amp;usg=AOvVaw1bHdmhBSMaR51axo9EPRP7\"><strong>Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Tecno-Ci\u00eancias e Inova\u00e7\u00e3o (CFTCI)<\/strong><\/a>\u00a0da UFSB; Paulo S\u00e9rgio Vila Nova Souza, J\u00falio Gon\u00e7alves da Silva J\u00fanior e Ion\u00e1 Gon\u00e7alves Santos Silva, do\u00a0<a href=\"https:\/\/ufsb.edu.br\/cfcaf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/ufsb.edu.br\/cfcaf&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873742000&amp;usg=AOvVaw0uXbMGxkqFLhQVluVkoCwO\"><strong>Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Agroflorestais (CFCAF)<\/strong><\/a>, tamb\u00e9m da UFSB. O artigo foi publicado no peri\u00f3dico\u00a0<strong><em><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/journal\/remote-sensing-applications-society-and-environment\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.sciencedirect.com\/journal\/remote-sensing-applications-society-and-environment&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873742000&amp;usg=AOvVaw0WTbhpZ8uJeOeow-aeBLwf\">Remote Sensing Applications: Society and Environment<\/a><\/em><\/strong>, volume 42, de 2026.<\/p>\n<p><strong>Por que isso importa?<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o importa por conta dos objetivos globais definidos para a recupera\u00e7\u00e3o dos ecosistemas florestais. O primeiro \u00e9 fortalecer a resili\u00eancia socioambiental, isto \u00e9, a capacidade de recupera\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica. O segundo \u00e9 o atendimento das metas da Agenda 2030 da ONU, em especial as que tratam da conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e das medidas para reduzir os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Os cientistas pesquisaram em uma \u00e1rea da Mata Atl\u00e2ntica. Conhecido pela sua alta biodiversidade e pelo risco de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies que s\u00f3 existem ali, esse\u00a0<strong><cite title=\"Um bioma \u00e9 uma grande unidade ecol\u00f3gica caracterizada por condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, solo, vegeta\u00e7\u00e3o e fauna semelhantes, formando regi\u00f5es naturais com ecossistemas interligados.\">bioma<\/cite><\/strong>\u00a0tem um hist\u00f3rico de forte degrada\u00e7\u00e3o. Efeitos como a fragmenta\u00e7\u00e3o de paisagens e a perda de qualidade dos habitats requerem medidas estrat\u00e9gicas de recupera\u00e7\u00e3o. Um exemplo est\u00e1 na cria\u00e7\u00e3o de corredores ecol\u00f3gicos &#8211; projetos paisag\u00edsticos que ligam as \u00e1reas legalmente protegidas de mata entre si para facilitar o movimento do\u00a0<strong><cite title=\"O fluxo g\u00eanico, tamb\u00e9m chamado de migra\u00e7\u00e3o de genes, ocorre quando indiv\u00edduos de uma popula\u00e7\u00e3o migram para outra, levando consigo seus genes caracter\u00edsticos.\">fluxo g\u00eanico<\/cite><\/strong>\u00a0e de esp\u00e9cies e a manuten\u00e7\u00e3o das florestas.<\/p>\n<p>E essa recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 compromisso assumido pelo Brasil, ao ser signat\u00e1rio de conven\u00e7\u00f5es internacionais sobre conserva\u00e7\u00e3o ambiental e clima. S\u00e3o 12 milh\u00f5es de hectares de florestas a serem restauradas at\u00e9 2030. Um dos desafios \u00e9 monitorar com precis\u00e3o e velocidade a recupera\u00e7\u00e3o e a degrada\u00e7\u00e3o ao longo do tempo. O estudo conduzido pelo professor Vinicius e equipe testou uma metodologia capaz de medir com nuances essas varia\u00e7\u00f5es, melhorando as condi\u00e7\u00f5es para planejar, executar e acompanhar projetos de restaura\u00e7\u00e3o florestal. O cen\u00e1rio \u00e9 o sul da Bahia, onde a Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 pressionada pela expans\u00e3o das \u00e1reas urbanas, das atividades agr\u00edcolas e dos projetos de infraestrutura. As \u00e1reas que restaram desse bioma em munic\u00edpios como Ilh\u00e9us, Uru\u00e7uca e Itacar\u00e9 s\u00e3o pontos estrat\u00e9gicos de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O trabalho descrito no artigo combina diferenciais. O primeiro \u00e9 a s\u00e9rie hist\u00f3rica que abrange 23 anos, de 2000 a 2023, o que permite entender a din\u00e2mica de uso da terra na \u00e1rea estudada ao longo do tempo. O emprego da\u00a0<em>l\u00f3gica fuzzy<\/em>\u00a0na modelagem computacional \u00e9 feito combinando dados de vari\u00e1veis ligadas ao ambiente e \u00e0 atividade humana em um s\u00f3 modelo, ao inv\u00e9s de avalia\u00e7\u00f5es est\u00e1ticas da cobertura e o uso da terra. A diferen\u00e7a \u00e9 dar l\u00f3gica temporal \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o da \u00e1rea analisada, em vez de analisar dados de forma separada.<\/p>\n<p>Outro destaque \u00e9 o fato de ser uma metodologia desenhada para apoiar a aplica\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o do Plano de Recupera\u00e7\u00e3o de \u00c1rea Degradada (PRAD), conforme a Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 14\/2024 do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renov\u00e1veis (IBAMA).\u00a0O PRAD \u00e9 um projeto t\u00e9cnico exigido pelo IBAMA para orientar a regenera\u00e7\u00e3o de ecossistemas prejudicados pelas a\u00e7\u00f5es humanas, com detalhamento das etapas, m\u00e9todos e prazos para essa recupera\u00e7\u00e3o acontecer. Ter informa\u00e7\u00f5es precisas e com nuances aumenta a qualidade do planejamento.\u00a0Com isso, o m\u00e9todo est\u00e1 ligado a uma norma legal e pode ser parte dos procedimentos de licenciamento ambiental no Brasil.<\/p>\n<p>O professor Vin\u00edcius de Amorim Silva, um dos autores do estudo, fala que integrar os\u00a0dados de sat\u00e9lite, cobertura e uso da terra e modelagem\u00a0<em>fuzzy<\/em>\u00a0ajuda na efic\u00e1cia aos projetos de restaura\u00e7\u00e3o florestal no \u00e2mbito do PRAD. Ele aponta que a constru\u00e7\u00e3o do PRAD envolve etapas como diagn\u00f3stico, preparo da \u00e1rea, implementa\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o e monitoramento. A abordagem descrita no artigo qualifica as fases iniciais e de acompanhamento. Como o m\u00e9todo faz an\u00e1lise espacial cont\u00ednua, \u00e9 poss\u00edvel identificar \u00e1reas priorit\u00e1rias para interven\u00e7\u00e3o, sejam as mais degradadas ou com maior potencial de restaura\u00e7\u00e3o ou recupera\u00e7\u00e3o, e usar melhor os recursos.<\/p>\n<p>&#8220;Al\u00e9m disso, a ferramenta reduz a depend\u00eancia exclusiva de campanhas de campo, que demandam tempo e elevados custos operacionais. Dessa forma, o m\u00e9todo utilizado atua como um suporte t\u00e9cnico-cient\u00edfico que promove efici\u00eancia operacional e aprimoramento da qualidade do planejamento na \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental da Lagoa Encantada e Rio Almada&#8221;, exemplifica o cientista.<\/p>\n<p><strong>Como medir?<\/strong><\/p>\n<p>Para saber como essas mudan\u00e7as entre \u00e1reas desmatadas e recuperadas ocorreram ao longo de um per\u00edodo, a ideia foi combinar geotecnologias. Esse ramo de aplica\u00e7\u00f5es incluiu o sensoriamento remoto\u00a0e os Sistemas de Informa\u00e7\u00e3o Geogr\u00e1fica (SIG). Os SIG permitem combinar dados coletados em diversos momentos para analisar as mudan\u00e7as e identificar padr\u00f5es de degrada\u00e7\u00e3o e regenera\u00e7\u00e3o florestal de um espa\u00e7o no per\u00edodo.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"CToWUd a6T aligncenter\" tabindex=\"0\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/meips\/ADKq_NbY6sklPl3KX07Zm7wCR8cETvhF_AxHFMOqW8qdxCBn6Jkvi0AI8iE_24w9-hHyUG3IVuA-Uz18GV_-6DfYkHVxFZrbP1iiTRW-7q4kV6wky9mMlgB9gZpiI7M_BAf3A9j5miwDegk4GqXHHKE4PIsxwhVHbUd_9VEey90UF8DVMj0zLASDQOfdrRSMG-LN_BcXGAZmIp2b5OgRpqeMzRpGLd23nEEa8gXaE4_DQQJ4H7p7kwTMucJt-ylOq6aZvQ=s0-d-e1-ft#https:\/\/ufsb.edu.br\/images\/imagens_noticias\/2026\/Maio\/ufsb_ciencia_vinicius_metodologia_fuzzy_monitoramento_ambiental\/dji_fly_20260430_111254_167_1777577623544_photo.jpg\" alt=\"dji fly 20260430 111254 167 1777577623544 photo\" width=\"400\" height=\"267\" data-bit=\"iit\" \/>Esse tipo de informa\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial no \u00e2mbito do licenciamento ambiental brasileiro. \u00c9 com esses dados que se pode desenvolver o Plano de Recupera\u00e7\u00e3o de \u00c1rea Degradada (PRAD), conforme estabelecido pela Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 14 do IBAMA, de 1\u00ba de julho de 2024. O PRAD \u00e9 um um projeto t\u00e9cnico exigido pelo IBAMA para orientar a regenera\u00e7\u00e3o de ecossistemas prejudicados pelas a\u00e7\u00f5es humanas, com detalhamento das etapas, m\u00e9todos e prazos para essa recupera\u00e7\u00e3o acontecer. Ter informa\u00e7\u00f5es precisas e com nuances aumenta a qualidade do planejamento.<\/p>\n<p>Um diferencial do estudo feito pelo professor Vin\u00edcius e os outros autores do estudo \u00e9 o uso da\u00a0<em><strong>l\u00f3gica fuzzy<\/strong><\/em>. Essa l\u00f3gica matem\u00e1tica trabalha com valores que indicam graus intermedi\u00e1rios de verdade. Ou seja, pode captar e analisar nuances, modelar incertezas e transi\u00e7\u00f5es graduais de estados em sistemas complexos &#8211; como ocorre na nossa realidade concreta. A l\u00f3gica difusa \u00e9 diferente da l\u00f3gica booleana \u2014 esta opera apenas com &#8220;0&#8221; ou &#8220;1&#8221;, &#8220;verdadeiro&#8221; ou &#8220;falso&#8221;.<\/p>\n<p>Essa diferen\u00e7a na classifica\u00e7\u00e3o pode ser explicada com um exemplo de altura de um ser humano. Na l\u00f3gica booleana, ou convencional, n\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para nuances. Assim, uma pessoa com 1,69 m de altura pode ser considerada de altura mediana e outra, com 1,71 m, ser considerada alta, a depender de como se define o conjunto de medidas a considerar. A l\u00f3gica fuzzy permite ver que as duas pessoas do exemplo tem graus de pertin\u00eancia aos grupos de pessoas medianas e altas. Isso permite decidir com mais aten\u00e7\u00e3o aos detalhes.<\/p>\n<p>O professor Vinicius explica que \u00e9 muito \u00fatil empregar a l\u00f3gica\u00a0fuzzy na an\u00e1lise de ambientes naturais. As \u00e1reas onde existem os ecossistemas cont\u00e9m diferentes tipos de cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o e uso do solo, sem defini\u00e7\u00e3o clara desses limites ou dos \u00edndices espectrais usados na an\u00e1lise.<\/p>\n<p>&#8220;Enquanto a l\u00f3gica booleana opera apenas de forma bin\u00e1ria (0 ou 1), classificando os elementos de maneira r\u00edgida como pertencentes ou n\u00e3o a determinada classe, a l\u00f3gica fuzzy possibilita uma representa\u00e7\u00e3o realista das condi\u00e7\u00f5es ambientais. Essa abordagem reduz perdas de informa\u00e7\u00e3o e evita simplifica\u00e7\u00f5es excessivas da Mata Atl\u00e2ntica no continente Sul-americano. Al\u00e9m disso, melhora a integra\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplos crit\u00e9rios ao permitir pondera\u00e7\u00f5es graduais, resultando em an\u00e1lises sens\u00edveis \u00e0s varia\u00e7\u00f5es espaciais e robustas para a modelagem ambiental&#8221;, detalha o pesquisador.<\/p>\n<p>A l\u00f3gica fuzzy j\u00e1 \u00e9 testada como ferramenta de apoio \u00e0 decis\u00e3o em contextos ambientais complexos. Os autores do artigo identificaram um ponto a melhorar: a maioria dos estudos usa dados de avalia\u00e7\u00f5es est\u00e1ticas, sem considerar de forma adequada as mudan\u00e7as ao longo do tempo. A\u00ed est\u00e1 outro diferencial do artigo: usar a l\u00f3gica fuzzy com ajustes para perceber e analisar como os processos de degrada\u00e7\u00e3o e regenera\u00e7\u00e3o florestal ocorrem no tempo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Coleta e an\u00e1lise<\/strong><\/h2>\n<p>A pesquisa foi feita na \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) da Lagoa Encantada e Rio Almada (LERA), localizada no litoral sul da Bahia. Essa \u00e1rea foi criada pelo Decreto Estadual n\u00ba 2.217\/93 e ampliada pelo Decreto n\u00ba 8.106\/2003 para uma \u00e1rea estimada de 1.577,45 km\u00b2. A APA da Lagoa Encantada e Rio Almada cont\u00e9m remanescentes de Mata Atl\u00e2ntica, cachoeiras, nascentes, cavernas, \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente (APPs) e manguezais, todas de alta relev\u00e2ncia ambiental.<\/p>\n<p>As imagens do sat\u00e9lite Landsat 7, da cole\u00e7\u00e3o\u00a0<em>Top of Atmosphere<\/em>\u00a0(TOA) foram selecionadas, cobrindo uma s\u00e9rie hist\u00f3rica de 23 anos (de 2000 a 2023), com 91 imagens. Esse material foi processado na\u00a0plataforma Google Earth Engine (GEE), uma infraestrutura em nuvem para processamento de dados geoespaciais em grande escala. A equipe de cientistas escolheu n\u00e3o usar imagens de outros sensores Landsat para preservar a consist\u00eancia espectral da s\u00e9rie. Outra decis\u00e3o foi eliminar da an\u00e1lise as imagens com cobertura de nuvens acima de 15%.<\/p>\n<p>Cada imagem de sat\u00e9lite foi analisada a partir de\u00a0<strong><cite title=\"Os \u00edndices espectrais s\u00e3o criados para real\u00e7ar assinaturas espectrais de elementos da superf\u00edcie terrestre, reduzindo a influ\u00eancia de fatores como tipo de solo, \u00e2ngulo solar e condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas. Assim, facilitam a interpreta\u00e7\u00e3o de imagens de sensoriamento remoto. Eles permitem estimar vari\u00e1veis biof\u00edsicas, como \u00edndice de \u00e1rea foliar, vigor da vegeta\u00e7\u00e3o e evapotranspira\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de identificar corpos d\u2019\u00e1gua e \u00e1reas queimadas.\">\u00edndices espectrais<\/cite><\/strong>:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>NDVI<\/strong>\u00a0\u2014 \u00cdndice de Vegeta\u00e7\u00e3o por Diferen\u00e7a Normalizada (<em>Normalized Difference Vegetation Index<\/em>): caracteriza a cobertura vegetal. \u00c9 calculado a partir das bandas do infravermelho pr\u00f3ximo (B5) e do vermelho (B4).<\/li>\n<li><strong>SAVI<\/strong>\u00a0\u2014 \u00cdndice de Vegeta\u00e7\u00e3o Ajustado ao Solo (<em>Soil-Adjusted Vegetation Index<\/em>): empregado para reduzir os efeitos do solo exposto sobre os valores do NDVI, especialmente em \u00e1reas com baixa densidade de vegeta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>NDWI<\/strong>\u00a0\u2014 \u00cdndice de Diferen\u00e7a Normalizada de \u00c1gua (<em>Normalized Difference Water Index)<\/em>: utilizado para detectar o teor de \u00e1gua com base nas bandas do verde (B3) e do infravermelho pr\u00f3ximo (B5).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Outros recursos usados na an\u00e1lise ajudaram a entender as informa\u00e7\u00f5es das imagens. A equipe consultou os dados de perda de cobertura vegetal de Hansen et al. (2013), vers\u00e3o 1.11, com resolu\u00e7\u00e3o espacial de 30 m. Tamb\u00e9m usou os dados de cobertura e uso da terra do MapBiomas Cole\u00e7\u00e3o 9, com \u00eanfase nas classes: forma\u00e7\u00e3o florestal, pastagem, corpos d&#8217;\u00e1gua e infraestrutura urbana. A defini\u00e7\u00e3o de \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APPs), com foco em manguezais e restingas, de acordo com o C\u00f3digo Florestal Brasileiro (Lei n\u00ba 12.651\/2012) fez parte da base de informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Essas informa\u00e7\u00f5es e \u00edndices aplicadas \u00e0s imagens geraram dados que foram tratados por an\u00e1lise estat\u00edstica no programa RStudio. Essa etapa ajudou a gerar produ\u00e7\u00e3o cartogr\u00e1fica. Foi nessa etapa que a l\u00f3gica fuzzy ajudou a identificar nuances entre as \u00e1reas analisadas, gerando uma classifica\u00e7\u00e3o em cinco classes de potencial de recupera\u00e7\u00e3o florestal: muito baixo, baixo, moderado, alto e muito alto.\u00a0A principal vantagem do modelo \u00e9 sua capacidade de representar transi\u00e7\u00f5es graduais entre \u00e1reas de baixa e alta aptid\u00e3o para recupera\u00e7\u00e3o, evitando classifica\u00e7\u00f5es r\u00edgidas e produzindo resultados mais consistentes do que fun\u00e7\u00f5es lineares. Essa abordagem \u00e9 especialmente relevante em paisagens heterog\u00eaneas como as regi\u00f5es tropicais.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"CToWUd a6T aligncenter\" tabindex=\"0\" title=\"O professor Vin\u00edcius de Amorim Silva: metodologia din\u00e2mica e j\u00e1 direcionada para apoiar projetos de restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas (acervo pessoal Vin\u00edcius de Amorim Silva)\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/meips\/ADKq_NZMWseGAXuU2jicO32dsb9kF1ptl-kqSyL0wMezWQYb4Nj48Khz8Gg69T0B-4FJcHOpMbqR0LUHOB4amhgXSnr6EaxSXxgzs4xAV1M1bYYqz__XDo7Ds_BxRwzKFRc0mr4Y_8iyMrQ38ZIit7Tr2EPo5m_6Xs1MEmtX-auTPO3Av43VSiSb3IEsuyMFu7Fk43lyKomLjJ81Xx1E6a5aaErmB0FVsCwpXlP8JYwZU-L6o4lFFw-LrA=s0-d-e1-ft#https:\/\/ufsb.edu.br\/images\/imagens_noticias\/2026\/Maio\/ufsb_ciencia_vinicius_metodologia_fuzzy_monitoramento_ambiental\/WhatsApp_Image_2026-05-01_at_10.20.25.jpeg\" alt=\"WhatsApp Image 2026 05 01 at 10.20.25\" width=\"215\" height=\"287\" data-bit=\"iit\" \/>O estudo tamb\u00e9m permitiu notar pontos a melhorar na metodologia.\u00a0Entre as limita\u00e7\u00f5es identificadas pelos autores, est\u00e1 a aus\u00eancia de valida\u00e7\u00e3o\u00a0<em>in situ<\/em>\u00a0(em sa\u00edda a campo). Essa medida \u00e9 recomendada para calibrar e refinar os resultados da modelagem em ambiente computacional. Outro item anotado: a\u00a0resolu\u00e7\u00e3o espacial de 30 m pode introduzir incertezas em an\u00e1lises de alto detalhe. A defini\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros afeta o grau de compensa\u00e7\u00e3o entre as vari\u00e1veis, e isso reflete nos resultados que a modelagem entrega. O professor Vin\u00edcius avalia que identificar esses aspectos ajuda a aprimorar futuras aplica\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>&#8220;As limita\u00e7\u00f5es identificadas n\u00e3o comprometem a validade da metodologia; ao contr\u00e1rio, indicam caminhos claros para o seu aprimoramento. Um dos principais pontos refere-se ao processo de calibra\u00e7\u00e3o dos modelos, o que \u00e9 mitigado com a incorpora\u00e7\u00e3o de dados\u00a0<em>in situ<\/em>, permitindo a valida\u00e7\u00e3o e ajuste dos resultados com representa\u00e7\u00f5es realistas da \u00e1rea de estudo. Outra limita\u00e7\u00e3o est\u00e1 associada \u00e0s bases de dados gratuitas que, embora ofere\u00e7am adequado contexto temporal, podem introduzir incertezas \u2014 aspecto este superado, em trabalhos futuros, pelo uso de dados com maior precis\u00e3o. Al\u00e9m disso, a defini\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros no modelo fuzzy influencia o grau de compensa\u00e7\u00e3o entre as vari\u00e1veis; nesse caso, a realiza\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises de sensibilidade e testes com diferentes parametriza\u00e7\u00f5es torna o modelo robusto e confi\u00e1vel.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Potenciais e recomenda\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>O trabalho do professor Vin\u00edcius e equipe mostrou que as \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0 entrada da Lagoa Encantada exibiram os maiores valores de vegeta\u00e7\u00e3o e umidade. Em compara\u00e7\u00e3o, as \u00e1reas adjacentes \u00e0 infraestrutura urbana apresentaram os menores \u00edndices. As s\u00e9ries temporais mostraram varia\u00e7\u00f5es nos \u00edndices e uma falta de tend\u00eancia linear ao longo do per\u00edodo de an\u00e1lise, e por isso foram consideradas n\u00e3o estacion\u00e1rias. Isso quer dizer que altera\u00e7\u00f5es para a regenera\u00e7\u00e3o ambiental e para a degrada\u00e7\u00e3o podem ocorrer, a depender do grau e da forma de interven\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas estudadas.<\/p>\n<p>Identificou-se que a cobertura vegetal variou e que houve aumento da exposi\u00e7\u00e3o do solo sem prote\u00e7\u00e3o de cobertura ou redu\u00e7\u00e3o gradual da vegeta\u00e7\u00e3o e baixa umidade relativa. Esses s\u00e3o sinais de degrada\u00e7\u00e3o e perda de \u00e1reas florestais fora das \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente (APPs).A estabilidade relativa do \u00edndice NDVI \u00e9 atribu\u00edda \u00e0s caracter\u00edsticas t\u00edpicas das florestas ombr\u00f3filas densas. Essas s\u00e3o florestas tropicais \u00famidas, com bastante chuva ao longo do ano e vegeta\u00e7\u00e3o sempre verde e variada. A flora dessas matas inclui esp\u00e9cies perenif\u00f3lias (que mant\u00eam suas folhas ao longo do ano).<\/p>\n<p>Enquanto as APPs t\u00eam o papel de conservar e devem ser respeitadas, fora delas h\u00e1 tend\u00eancia de perda de vegeta\u00e7\u00e3o.\u00a0No artigo, os autores afirmam que a estabilidade das APPs tem a ver com a efetividade do marco legal ambiental brasileiro, com o C\u00f3digo Florestal (Lei n\u00ba 12.651\/2012), a Pol\u00edtica Nacional do Meio Ambiente (Lei n\u00ba 6.938\/1981), o SNUC (Lei n\u00ba 9.985\/2000), a Lei de Gerenciamento Costeiro (Lei n\u00ba 7.661\/1988) e a Lei da Mata Atl\u00e2ntica (Lei n\u00ba 11.428\/2006). Ainda no \u00e2mbito legal, os pesquisadores apontaram que a revoga\u00e7\u00e3o das Resolu\u00e7\u00f5es CONAMA n\u00ba 302\/2002 e n\u00ba 303\/2002 em 2020 foi depois revertida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em refor\u00e7o \u00e0 prote\u00e7\u00e3o ambiental das zonas costeiras.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"CToWUd a6T aligncenter\" tabindex=\"0\" title=\"Na imagem, o resultado da an\u00e1lise computacional aponta a \u00e1rea leste da \u00e1rea estudada como a que tem maior prioridade para projetos de restaura\u00e7\u00e3o florestal.\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/meips\/ADKq_Nb3oOrH2tWy76L9BYshX7gVWUb0aeZLG6HcwSYg-7TDurWnBgVtcA5OcJY7zEjHBs4Jq55bkEjKpcNOsJ8H9M6JDncylsTgpQsJ9ajApM3jRjTQFGv0BDhf4otWR0QthTC40Iqlv6zbf8HzhBSa6lTfmQ5wP2OsPDPRbVnEqGZ8WIqDaJuOvqg_ZbWT85PHQD4OykoXlYsG676ZbK2cC9Q=s0-d-e1-ft#https:\/\/ufsb.edu.br\/images\/imagens_noticias\/2026\/Maio\/ufsb_ciencia_vinicius_metodologia_fuzzy_monitoramento_ambiental\/Sem_t%C3%ADtulo.png\" alt=\"Sem t\u00edtulo\" width=\"356\" height=\"254\" data-bit=\"iit\" \/>Sobre as \u00e1reas urbanas, a an\u00e1lise detectou tend\u00eancia de expans\u00e3o no per\u00edodo. J\u00e1 sobre aumento de pastagens, a diferen\u00e7a foi de\u00a0120 km\u00b2 para mais de 140 km\u00b2 no per\u00edodo &#8211; um ganho m\u00e9dio de 1 km\u00b2\/ano e cerca de<strong>\u00a0<\/strong>14% em 20 anos. A perda de vegeta\u00e7\u00e3o por esses motivos teve um pico\u00a0expressivo por volta de 2016.\u00a0O comportamento do \u00edndice SAVI aponta que fatores externos \u2014 como mudan\u00e7as no uso da terra, pr\u00e1ticas de manejo, pol\u00edticas de conserva\u00e7\u00e3o e variabilidade clim\u00e1tica \u2014 influenciam mais a din\u00e2mica vegetal do que processos autorregressivos internos. Ficou demonstrado que a\u00a0redu\u00e7\u00e3o das \u00e1reas florestais \u00e9 associada de forma direta \u00e0 expans\u00e3o das pastagens, como se constatou em outros estudos realizados no sul da Bahia.\u00a0O crescimento da infraestrutura urbana atua como fator que incentiva a expans\u00e3o das \u00e1reas de solo exposto.<\/p>\n<p>Outro resultado indica que houve redu\u00e7\u00e3o gradual de corpos de \u00e1gua (rios, a\u00e7udes e similares) em cerca de\u00a00,021 km\u00b2\/ano, ou cerca de 0,42 km\u00b2 em 20 anos, perto de 10% de redu\u00e7\u00e3o do total dispon\u00edvel. No artigo, os cientistas estimam que dentre as causas para isso podem estar o desvio de \u00e1gua para irrigar culturas, a expans\u00e3o das \u00e1reas urbanas, o assoreamento\u00a0(deposi\u00e7\u00e3o de sedimentos que reduz a profundidade de corpos d&#8217;\u00e1gua) ou as mudan\u00e7as nos cursos d\u00b4\u00e1gua em seus trajetos e profundidades.<\/p>\n<p>Os resultados indicam que h\u00e1\u00a018,42 km\u00b2 com potencial moderado para restuara\u00e7\u00e3o ou recupera\u00e7\u00e3o, a maioria dos pontos concentrada na zona oeste da APA. J\u00e1 a\u00a0por\u00e7\u00e3o leste tem mais cobertura florestal (591,73 km\u00b2) e maior resili\u00eancia \u00e0s press\u00f5es da a\u00e7\u00e3o humana. No mapeamento, as \u00e1reas classificadas como\u00a0&#8220;moderadas&#8221; representam perto de 2,66% da \u00e1rea total. Essas \u00e1reas n\u00e3o t\u00eam matas e apresentam alta probabilidade de processos de compacta\u00e7\u00e3o do solo, resultado de pr\u00e1ticas inadequadas de uso da terra, como pastagem intensiva (uso excessivo de uma \u00e1rea por animais em pastagem).<\/p>\n<p>Al\u00e9m de utilizar e melhorar a metodologia, a pesquisa deu aos cientistas a possibilidade de recomendar a\u00e7\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea. A proposta para a APA indica o modelo de nuclea\u00e7\u00e3o associado \u00e0 regenera\u00e7\u00e3o natural assistida. A nuclea\u00e7\u00e3o \u00e9 uma t\u00e9cnica de restaura\u00e7\u00e3o que consiste na cria\u00e7\u00e3o de n\u00facleos de vegeta\u00e7\u00e3o que estimulam a sucess\u00e3o ecol\u00f3gica natural ao seu redor. Para \u00e1reas com solo compactado, a ideia \u00e9 intervir em cinco etapas: eliminar os fatores de perturba\u00e7\u00e3o; diagnosticar e preparar o local; implementar as estrat\u00e9gias de recupera\u00e7\u00e3o; conduzir o manejo e a manuten\u00e7\u00e3o; e monitorar e avaliar o processo regenerativo da floresta.<\/p>\n<h2><\/h2>\n<h2>Outras pesquisas em andamento<\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"CToWUd a6T aligncenter\" tabindex=\"0\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/meips\/ADKq_NZHfAj1zU90t-Gpu636IQfDmvkMAXh_7OJsUzazeh_vfSxQzW-ODMFTtPMtLl1q1h5hHnHhYMEyUQXsDveH9vbbk8F-pIWlhxqOHOL3bHs2fHP47GxT3od0TMt8m2byo0SP0vq78T3RL1OWnVEwdHMevNk5gNE5hjdxcf8BoprFnpo5hkaYAJ2WGgb2dDwJq5Z_b-7wBIwTKaw4zJDrG_mVkQB62YMYH-L4AJjFWCeqGGgdVFXpFc54oA0jxUZKNQ=s0-d-e1-ft#https:\/\/ufsb.edu.br\/images\/imagens_noticias\/2026\/Maio\/ufsb_ciencia_vinicius_metodologia_fuzzy_monitoramento_ambiental\/dji_fly_20260430_105816_163_1777577637059_photo.jpg\" alt=\"dji fly 20260430 105816 163 1777577637059 photo\" width=\"334\" height=\"223\" data-bit=\"iit\" \/>O professor Vinicius afirma que h\u00e1 diversas pesquisas sendo conduzidas por pesquisadores vinculados ao Grupo de Estudos em Geotecnologias, Intelig\u00eancia Artificial e Din\u00e2mica Socioambiental (GEDAI\/CNPq), em colabora\u00e7\u00e3o com pesquisadores pertencentes a uma rede internacional de pesquisa. &#8220;Esses m\u00e9todos seguem um padr\u00e3o t\u00e9cnico-cient\u00edfico consistente, o que permite sua replica\u00e7\u00e3o em outras \u00e1reas, ampliando o potencial de aplica\u00e7\u00e3o para o planejamento ambiental e apoio \u00e0 tomada de decis\u00e3o em diferentes contextos&#8221;, diz Vinicius.<\/p>\n<p>Entre os trabalhos, ele destaca os seguintes:<\/p>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"https:\/\/periodicos.ufpe.br\/revistas\/rbgfe\/article\/view\/265810\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/periodicos.ufpe.br\/revistas\/rbgfe\/article\/view\/265810&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873743000&amp;usg=AOvVaw09Hchn_NoEsv01mo2QyJNP\">Estoque de Carbono e Uso da Terra em \u00c1reas de Produ\u00e7\u00e3o de Cacau no Sul da Bahia-Brasil<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"https:\/\/seer.ufu.br\/index.php\/caminhosdegeografia\/article\/view\/76938\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/seer.ufu.br\/index.php\/caminhosdegeografia\/article\/view\/76938&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873743000&amp;usg=AOvVaw1Qq88qFyxjAQS-rF664wfJ\">AN\u00c1LISE DOS ASPECTOS JUR\u00cdDICOS E AMBIENTAIS DAS \u00c1REAS LEGALMENTE PROTEGIDAS DO MUNIC\u00cdPIO DE ILH\u00c9US, BAHIA, BRASIL<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"https:\/\/seer.ufu.br\/index.php\/caminhosdegeografia\/article\/view\/72917\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/seer.ufu.br\/index.php\/caminhosdegeografia\/article\/view\/72917&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873743000&amp;usg=AOvVaw1ajfoNgjGtSzCowvfpA6De\">GEOPROCESSAMENTO E REDES NEURAIS CONVOLUCIONAIS: AN\u00c1LISE DA COBERTURA E USO DA TERRA NA BACIA HIDROGR\u00c1FICA DO RIO ALMADA (BAHIA \u2013 BRASIL)<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"https:\/\/periodicos.ufrn.br\/revistadoregne\/article\/view\/31523\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/periodicos.ufrn.br\/revistadoregne\/article\/view\/31523&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873743000&amp;usg=AOvVaw3Sn74M28zhMfywnhtYfpLA\">Caracteriza\u00e7\u00e3o f\u00edsica e suscetibilidade aos processos erosivos do munic\u00edpio de Ilh\u00e9us-Bahia<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.21680\/2447-3359.2023v9n2id32143\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/dx.doi.org\/10.21680\/2447-3359.2023v9n2id32143&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873743000&amp;usg=AOvVaw1l09xp8XZi_jVwiiBpa04i\">\u00c1reas de risco a alagamento e inunda\u00e7\u00e3o na foz do rio Cachoeira, em Ilh\u00e9us (Bahia \u2013 Brasil)<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1016\/j.jsames.2025.105637\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/dx.doi.org\/10.1016\/j.jsames.2025.105637&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873743000&amp;usg=AOvVaw2STsmvHw9ATBcVmrIzWmnV\">Previs\u00e3o de inunda\u00e7\u00f5es no Brasil: uma revis\u00e3o de tend\u00eancias, lacunas e perspectivas metodol\u00f3gicas<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"https:\/\/www.e-publicacoes.uerj.br\/tamoios\/article\/view\/81863\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.e-publicacoes.uerj.br\/tamoios\/article\/view\/81863&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873743000&amp;usg=AOvVaw2wAfDT_l21KcVY59BO9Kq3\">SEMENTES CRIOULAS: TECNOLOGIA SOCIAL QUE CONSTR\u00d3I A SOBERANIA ALIMENTAR DE POVOS IND\u00cdGENAS NO BRASIL<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><strong><a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/2179-8966\/2026\/92197\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/2179-8966\/2026\/92197&amp;source=gmail&amp;ust=1781101873743000&amp;usg=AOvVaw3t7eqtHh5b02ilsqppN_xZ\">Ind\u00edgenas Urbanos no Brasil: Desafios, Pol\u00edticas P\u00fablicas e Perspectivas Decoloniais<\/a><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo conduzido por cientistas da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) testou um m\u00e9todo para acompanhamento din\u00e2mico da cobertura vegetal na Mata Atl\u00e2ntica. A ideia \u00e9 que o monitoramento forne\u00e7a dados que considerem o efeito do tempo nos processos de degrada\u00e7\u00e3o e de recupera\u00e7\u00e3o ambiental. Assim, os projetos de licenciamento e restaura\u00e7\u00e3o ambiental &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":17719,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3,1],"tags":[4091,4090,4092,1028],"class_list":["post-17718","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-geral","tag-centro-de-formacao-em-tecno-ciencias-e-inovacao-cftci","tag-cobertura-vegetal-na-mata-atlantica","tag-remote-sensing-applications-society-and-environment","tag-universidade-federal-do-sul-da-bahia-ufsb"],"views":24,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17718"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17718"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17718\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17721,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17718\/revisions\/17721"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17719"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17718"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17718"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17718"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}