{"id":20188,"date":"2026-10-20T14:24:59","date_gmt":"2026-10-20T17:24:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/?p=20188"},"modified":"2026-10-20T14:41:07","modified_gmt":"2026-10-20T17:41:07","slug":"da-cabruca-a-sala-de-aula-artigo-destaca-contribuicao-do-if-baiano-para-a-agroecologia-no-sul-da-bahia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/2026\/10\/20\/da-cabruca-a-sala-de-aula-artigo-destaca-contribuicao-do-if-baiano-para-a-agroecologia-no-sul-da-bahia\/","title":{"rendered":"Da Cabruca \u00e0 sala de aula: artigo destaca contribui\u00e7\u00e3o do IF Baiano para a agroecologia no sul da Bahia"},"content":{"rendered":"<p>A forma\u00e7\u00e3o em Agroecologia no IF Baiano, campus Uru\u00e7uca, ganha destaque na edi\u00e7\u00e3o especial que celebra os 20 anos da Revista Brasileira de Agroecologia. Publicado em 16 de outubro de 2026, o artigo \u201cAgroecossistema cacau-cabruca, tecnologias sociais e redes territoriais: uma leitura te\u00f3rico-metodol\u00f3gica da Agroecologia no sul da Bahia\u201d analisa como institui\u00e7\u00f5es de ensino, organiza\u00e7\u00f5es sociais e comunidades rurais ajudam a construir alternativas para o desenvolvimento da regi\u00e3o cacaueira, aproximando conhecimento cient\u00edfico, agricultura familiar e conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Essa trajet\u00f3ria de articula\u00e7\u00e3o entre forma\u00e7\u00e3o e territ\u00f3rio ganha um novo desdobramento com a P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Agrofloresta, construidaem parceria com o Instituto Nova Era (INE) al\u00e9m do Instituto Cabruca, Instituto Floresta Viva, Teia dos Povos, CEPLAC e Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). Com in\u00edcio da primeira turma previsto para 2027, a iniciativa representa a culmin\u00e2ncia de um percurso de coopera\u00e7\u00e3o voltado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos e \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de profissionais em di\u00e1logo com os territ\u00f3rios.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-20190\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-42-26.jpg\" alt=\"\" width=\"284\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-42-26.jpg 765w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-42-26-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 284px) 100vw, 284px\" \/><\/p>\n<p>O artigo \u00e9 assinado por Durval Lib\u00e2nio Netto Mello e Cinira de Ara\u00fajo Farias Fernandes, do N\u00facleo de Agroecologia do IF Baiano em Uru\u00e7uca, e pelos pesquisadores Eduardo Gross e Emerson Antonio Rocha, da UESC. Os autores apresentam a cabruca como muito mais do que uma t\u00e9cnica de cultivo: um agroecossistema no qual produ\u00e7\u00e3o de cacau, floresta, conhecimentos tradicionais e organiza\u00e7\u00e3o social est\u00e3o profundamente conectados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o que dialoga com o territ\u00f3rio<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um dos destaques do estudo \u00e9 a contribui\u00e7\u00e3o das experi\u00eancias de forma\u00e7\u00e3o, pesquisa participativa e extens\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o e a sistematiza\u00e7\u00e3o de conhecimentos sobre a cacauicultura regional. O artigo mostra como projetos de Centros Vocacionais Tecnol\u00f3gicos (CVTs) e N\u00facleos de Estudo em Agroecologia (NEAs), desenvolvidos em parceria com grupos de pesquisa da UESC e do IF Baiano, campus Uru\u00e7uca, ajudaram a aproximar institui\u00e7\u00f5es de ensino, organiza\u00e7\u00f5es sociais e agricultores.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Parte dessa constru\u00e7\u00e3o est\u00e1 registrada no segundo volume do *Guia de manejo do agroecossistema cacau-cabruca*, organizado por Eduardo Gross e Thiago G. Viana e publicado pelo Instituto Cabruca em 2019. A publica\u00e7\u00e3o re\u00fane experi\u00eancias ligadas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o, \u00e0 pesquisa e \u00e0 assessoria t\u00e9cnica em assentamentos e territ\u00f3rios da agricultura familiar do sul da Bahia.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-20191\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-50-1.jpg\" alt=\"\" width=\"229\" height=\"409\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-50-1.jpg 358w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-50-1-168x300.jpg 168w\" sizes=\"(max-width: 229px) 100vw, 229px\" \/><\/p>\n<p>Nesse processo, a cabruca deixa de ser apenas um assunto estudado em sala de aula. Torna-se uma refer\u00eancia concreta para compreender as rela\u00e7\u00f5es entre solos, \u00e1rvores, \u00e1gua, biodiversidade, produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e condi\u00e7\u00f5es de vida das fam\u00edlias. A perspectiva apresentada pelos autores valoriza o di\u00e1logo entre conhecimentos cient\u00edficos e saberes constru\u00eddos por gera\u00e7\u00f5es de agricultores, povos ind\u00edgenas e comunidades tradicionais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Da pesquisa ao manejo do cacau e \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de chocolate<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O conjunto de experi\u00eancias sistematizadas nas publica\u00e7\u00f5es e nos projetos analisados abrange temas diretamente relacionados \u00e0 realidade regional: manejo org\u00e2nico do cacau, atributos dos solos, diversidade e fun\u00e7\u00f5es das \u00e1rvores de sombra, implanta\u00e7\u00e3o de sistemas agroflorestais, aduba\u00e7\u00e3o verde e produ\u00e7\u00e3o de mudas. Tamb\u00e9m inclui plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais, capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua da chuva e aproveitamento de produtos florestais n\u00e3o madeireiros.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-20192\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51.jpg\" alt=\"\" width=\"279\" height=\"372\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51.jpg 480w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 279px) 100vw, 279px\" \/><\/p>\n<p>Essa abordagem se estende \u00e0 qualidade e \u00e0 p\u00f3s-colheita do cacau, \u00e0 indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e \u00e0 fabrica\u00e7\u00e3o de chocolate em pequena escala. A forma\u00e7\u00e3o dialoga, assim, com diferentes etapas da cadeia produtiva, aproximando o manejo da lavoura dos debates sobre agrega\u00e7\u00e3o de valor e reconhecimento da origem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para o universo do cacau e do chocolate, essa conex\u00e3o \u00e9 especialmente relevante. O artigo defende que a valoriza\u00e7\u00e3o da cabruca n\u00e3o deve se limitar a um atributo comercial: precisa manter v\u00ednculos com a conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica, a agricultura familiar e o desenvolvimento territorial sustent\u00e1vel. Nessa leitura, reconhecer a origem do produto implica tamb\u00e9m reconhecer os conhecimentos, o trabalho e os territ\u00f3rios que o tornam poss\u00edvel.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cabruca: patrim\u00f4nio vivo e espa\u00e7o de aprendizagem<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-20193\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51-1.jpg\" alt=\"\" width=\"266\" height=\"354\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51-1.jpg 480w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51-1-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 266px) 100vw, 266px\" \/><\/p>\n<p>Baseado em revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, an\u00e1lise documental e sistematiza\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias, o estudo caracteriza o cacau-cabruca como um sistema tradicional de cultivo de cacaueiros sob a sombra de \u00e1rvores nativas. Os autores destacam sua contribui\u00e7\u00e3o para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, a ciclagem de nutrientes, a regula\u00e7\u00e3o microclim\u00e1tica e a conectividade entre remanescentes florestais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, o trabalho evita tratar a paisagem apenas por seus atributos ambientais. Agricultores familiares, assentados da reforma agr\u00e1ria, comunidades quilombolas e povos ind\u00edgenas aparecem como sujeitos da constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e da transforma\u00e7\u00e3o desses sistemas. Experi\u00eancias nos assentamentos Terra Vista, em Arataca, e Dois Riach\u00f5es, em Ibirapitanga, ilustram a articula\u00e7\u00e3o entre acesso \u00e0 terra, redesenho agroflorestal, certifica\u00e7\u00e3o participativa e chocolate de origem.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-20204\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-50-2.jpg\" alt=\"\" width=\"339\" height=\"235\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-50-2.jpg 512w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-50-2-300x208.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 339px) 100vw, 339px\" \/><\/p>\n<p>Esse olhar ajuda a compreender a import\u00e2ncia de uma forma\u00e7\u00e3o situada no territ\u00f3rio: estudar a cabruca significa tamb\u00e9m discutir quem produz, quais conhecimentos s\u00e3o reconhecidos e como os benef\u00edcios da cadeia do cacau s\u00e3o distribu\u00eddos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Uma rede que conecta ci\u00eancia, agricultores e organiza\u00e7\u00f5es sociais<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O artigo situa o IF Baiano e a UESC em um arranjo mais amplo, que inclui o Instituto Cabruca e a Teia dos Povos. Embora tenham trajet\u00f3rias e fun\u00e7\u00f5es distintas, essas organiza\u00e7\u00f5es convergem na valoriza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica e dos territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Instituto Cabruca contribui com manejo, forma\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia t\u00e9cnica; a Rede Povos da Mata articula certifica\u00e7\u00e3o participativa e comercializa\u00e7\u00e3o; e a Teia dos Povos coloca terra, autonomia e soberania alimentar no centro do debate. Segundo os autores, essa converg\u00eancia desloca o cacau-cabruca de um tema apenas produtivo ou ambiental para um eixo de organiza\u00e7\u00e3o socioterritorial.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Agrofloresta: ci\u00eancia e saberes do territ\u00f3rio na forma\u00e7\u00e3o de uma nova turma<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter  wp-image-20193\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51-1.jpg\" alt=\"\" width=\"247\" height=\"329\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51-1.jpg 480w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/PHOTO-2026-10-20-12-38-51-1-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 247px) 100vw, 247px\" \/><\/p>\n<p>Essa trajet\u00f3ria de ensino, pesquisa e extens\u00e3o ganha um novo cap\u00edtulo com a P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Agrofloresta, cuja primeira turma est\u00e1 prevista para iniciar em 2027. Constru\u00edda em parceria com o Instituto Nova Era (INE), e em parceria tamb\u00e9m com o Instituto Cabruca, a Teia dos Povos, CEPLAC e a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), a iniciativa aproxima a forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica das experi\u00eancias de quem desenvolve e pratica a agrofloresta nos territ\u00f3rios. A participa\u00e7\u00e3o do INE e a presen\u00e7a de especialistas de not\u00f3rio saber, como Ernst G\u00f6tsch, idealizador da Agricultura Sintr\u00f3pica\u00a0 e Joelson Ferreira de Oliveira, da Teia dos Povos, entre outros ampliam as possibilidades de interc\u00e2mbio entre conhecimento cient\u00edfico, experimenta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica e saberes tradicionais. Mais do que uma nova oferta de forma\u00e7\u00e3o, a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o representa a culmin\u00e2ncia de um percurso coletivo, no qual institui\u00e7\u00f5es de ensino, agricultores e organiza\u00e7\u00f5es territoriais se encontram para compartilhar conhecimentos e construir caminhos para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, a conserva\u00e7\u00e3o das paisagens e a autonomia das comunidades.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>link para o artigo: <a href=\"https:\/\/periodicos.unb.br\/index.php\/rbagroecologia\/article\/view\/62595\">https:\/\/periodicos.unb.br\/index.php\/rbagroecologia\/article\/view\/62595<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A forma\u00e7\u00e3o em Agroecologia no IF Baiano, campus Uru\u00e7uca, ganha destaque na edi\u00e7\u00e3o especial que celebra os 20 anos da Revista Brasileira de Agroecologia. Publicado em 16 de outubro de 2026, o artigo \u201cAgroecossistema cacau-cabruca, tecnologias sociais e redes territoriais: uma leitura te\u00f3rico-metodol\u00f3gica da Agroecologia no sul da Bahia\u201d analisa como institui\u00e7\u00f5es de ensino, organiza\u00e7\u00f5es &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":20189,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3,1],"tags":[4615,1052,605,562,168,4614,4616],"class_list":["post-20188","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-geral","tag-agroecossistema-cacau-cabruca","tag-campus-urucuca","tag-durval-libanio","tag-if-baiano","tag-mata-atlantica","tag-revista-brasileira-de-agroecologia","tag-tecnologias-sociais-e-redes-territoriais-uma-leitura-teorico-metodologica-da-agroecologia-no-sul-da-bahia"],"views":49,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20188"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20188"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20188\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20205,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20188\/revisions\/20205"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20189"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20188"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20188"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20188"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}