{"id":9543,"date":"2024-12-10T14:13:21","date_gmt":"2024-12-10T17:13:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/?p=9543"},"modified":"2024-12-09T17:31:32","modified_gmt":"2024-12-09T20:31:32","slug":"ufsb-ciencia-pesquisa-aponta-origens-do-lixo-marinho-em-porto-seguro-santa-cruz-cabralia-e-ilha-de-itaparica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/2024\/12\/10\/ufsb-ciencia-pesquisa-aponta-origens-do-lixo-marinho-em-porto-seguro-santa-cruz-cabralia-e-ilha-de-itaparica\/","title":{"rendered":"UFSB Ci\u00eancia: pesquisa aponta origens do lixo marinho em Porto Seguro, Santa Cruz Cabr\u00e1lia e Ilha de Itaparica"},"content":{"rendered":"<p>Um personagem essencial para a reviravolta da trama de\u00a0<strong><em>O Homem que Ri<\/em><\/strong>, do escritor franc\u00eas Victor Hugo, Barkilphedro \u00e9 um obscuro e astuto burocrata que ascende na hierarquia da Inglaterra e se torna respons\u00e1vel pelo recebimento, guarda e destina\u00e7\u00e3o dos itens\u00a0oriundos de naufr\u00e1gios,\u00a0dentro da estrutura do Almirantado. Sem estragar a leitura, pode-se adiantar que o\u00a0mar guardou e entregou a ele um segredo fundamental para o desenvolvimento da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>O oceano recebe e devolve outros itens menos secretos, por\u00e9m de alta import\u00e2ncia pelos efeitos poluentes que geram no ambiente, afetando a cadeia alimentar ao ponto de prejudicar esp\u00e9cies consumidas pelo ser humano. Um estudo realizado e publicado na revista\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/journal\/regional-studies-in-marine-science\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.sciencedirect.com\/journal\/regional-studies-in-marine-science&amp;source=gmail&amp;ust=1733857111994000&amp;usg=AOvVaw3vPtfe-vdYMMoNxr91bM2E\"><em><strong>Regional Studies in Marine Science<\/strong><\/em><\/a>\u00a0informa sobre os caminhos e as composi\u00e7\u00f5es do lixo flutuante encontrado em praias da Ilha de Itaparica, perto de Salvador, de Porto Seguro e de Santa Cruz Cabr\u00e1lia, no extremo sul da Bahia. O artigo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S2352485524004158\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S2352485524004158&amp;source=gmail&amp;ust=1733857111994000&amp;usg=AOvVaw3oQ2xiPHmyh4pc9HsnWMXn\"><strong><em>Spatial and temporal patterns of floating litter in shallow habitats: Insights from high-tourism tropical areas in Northeastern Brazil<\/em><\/strong><\/a> \u00e9 assinado por Stef\u00e2nia Pereira Santos, F\u00e1bio Lameiro Rodrigues, Alexandre Clistenes de Alc\u00e2ntara Santos e Leonardo Evangelista Moraes (CFCAM\/Universidade Federal do Sul da Bahia-UFSB).<\/p>\n<p>A pesquisa teve como objetivos identificar as origens, as rotas de dispers\u00e3o e a composi\u00e7\u00e3o do lixo flutuante em dois pontos do litoral baiano: um deles na \u00e1rea de Porto Seguro e Santa Cruz Cabr\u00e1lia e o outro na Ilha de Itaparica. Outras informa\u00e7\u00f5es buscadas com o estudo foram identificar varia\u00e7\u00f5es na composi\u00e7\u00e3o e quantidade do lixo flutuante, examinar como as caracter\u00edsticas costeiras nas duas \u00e1reas interferem na distribui\u00e7\u00e3o do lixo marinho,\u00a0 Para isso, a equipe realizou sa\u00eddas a campo para coletar dados m\u00eas a m\u00eas, buscando mapear, classificar e quantificar os tipos de res\u00edduos encontrados.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-9545\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Lixo_praia-1.jpg\" alt=\"\" width=\"387\" height=\"290\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Lixo_praia-1.jpg 765w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Lixo_praia-1-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 387px) 100vw, 387px\" \/><\/p>\n<p>Dentre os resultados, os cientistas identificaram que na \u00e1rea de Itaparica, ao todo, foram coletados e catalogados 4123 itens, e na \u00e1rea de Porto Seguro e Santa Cruz Cabr\u00e1lia o total chegou a 1021 itens, com predom\u00ednio de material pl\u00e1stico, que somou 90% do lixo encontrado. Vidro e metais foram os materiais menos frequentes. Os recifes de corais funcionam como barreiras que impedem o transporte do lixo flutuante pelas correntes costeiras.Quanto \u00e0s origens do lixo, as atividades dom\u00e9sticas e tur\u00edsticas s\u00e3o as maiores fontes detectadas nas \u00e1reas focalizadas pelo estudo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Efeitos na pesca e no turismo<\/strong><\/p>\n<p>O professor Leonardo relata que as fases de pesquisa contemplaram\u00a0praias de Porto Seguro e Santa Cruz Cabr\u00e1lia, ao longo de um ano de coleta de dados, enquanto na Ilha de Itaparica foram dois anos de trabalho. Atualmente, os esfor\u00e7os de pesquisa e extens\u00e3o sobre o tema continuam em Porto Seguro e Santa Cruz Cabr\u00e1lia, por\u00e9m atuando em outros habitats costeiros. &#8220;Este estudo publicado foi desenvolvido na zona submersa da praia, ou seja, na parte onde a gente &#8216;toma banho&#8217;, e tendo como foco o lixo flutuante. Agora, o nosso grupo de pesquisa segue investigando o tema do lixo no mar na zona emersa da praia, que \u00e9 a regi\u00e3o onde est\u00e3o instaladas as barracas e as pessoas utilizam para recrea\u00e7\u00e3o ou trabalho. Estamos tamb\u00e9m interessados no lixo que vem sendo capturado pela pesca, especialmente pela frota camaroneira que atua no que chamamos de plataforma continental&#8221;.<\/p>\n<p>O artigo termina com a indica\u00e7\u00e3o de temas de pesquisas futuras, como o efeito da presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos na cadeia alimentar. Esse \u00e9 um ponto importante, uma vez que\u00a0peixes e outros frutos do mar fazem parte da dieta local e da oferta tur\u00edstica tanto em Salvador quanto em Porto Seguro. Leonardo avalia que a polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1sticos nos oceanos j\u00e1 tem efeitos negativos para a sa\u00fade humana registrados na literatura cient\u00edfica. Outras evid\u00eancias constam de um\u00a0<a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s10661-021-09156-1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s10661-021-09156-1&amp;source=gmail&amp;ust=1733857111994000&amp;usg=AOvVaw0k5lAjIFkbRx2boP0z3ElS\"><strong>artigo publicado recentemente<\/strong><\/a>\u00a0e desenvolvido pela equipe do professor Nadson Sim\u00f5es, no qual fica comprovada a presen\u00e7a de micropl\u00e1sticos na dieta de peixes capturados em Porto Seguro.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-9544\" src=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Microplasticos-Praia.jpg\" alt=\"\" width=\"377\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Microplasticos-Praia.jpg 765w, https:\/\/www.cacauechocolate.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Microplasticos-Praia-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 377px) 100vw, 377px\" \/><\/p>\n<p>Entretanto, conta o pesquisador, ainda n\u00e3o se sabe bem qual o fluxo dos micropl\u00e1sticos na cadeia tr\u00f3fica (alimentar) ap\u00f3s a ingest\u00e3o: &#8220;\u00c9 poss\u00edvel afirmar que a ingest\u00e3o de peixes e outros frutos do mar nos exp\u00f5e a esta contamina\u00e7\u00e3o por micropl\u00e1sticos, mas ainda precisamos entender mais sobre os processos. Por exemplo, qual o n\u00edvel de exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio, bem como o quanto da ingest\u00e3o de micropl\u00e1sticos pode ser naturalmente expulso do corpo humano. Sabe-se pouco sobre este tema.\u00a0Ou seja, podemos afirmar que h\u00e1 um risco de contamina\u00e7\u00e3o via cadeia tr\u00f3fica, mas n\u00e3o podemos afirmar sobre as repercuss\u00f5es disto em nosso organismo&#8221;.<\/p>\n<p>Essa situa\u00e7\u00e3o afeta diretamente a sanidade do ambiente e, por extens\u00e3o, a atividade pesqueira e o cen\u00e1rio tur\u00edstico regional. O tema do lixo no mar \u00e9 bastante presente na ci\u00eancia e na sociedade de modo geral, mas o esfor\u00e7o cient\u00edfico para compreender o fen\u00f4meno do lixo no mar \u00e9 recente, com um aumento sistem\u00e1tico nos \u00faltimos 15 anos, relata o professor Leonardo. Esse crescimento na quantidade de pesquisas fez com que algumas dificuldades fossem percebidas na coleta de dados, como na mensura\u00e7\u00e3o e categoriza\u00e7\u00e3o do lixo.<\/p>\n<p>&#8220;Por exemplo, uma das m\u00e9tricas bem utilizadas \u00e9 o peso do material. Entretanto, o peso subestima a import\u00e2ncia de materiais muito leves, de modo que a contagem dos fragmentos \u00e9 uma alternativa. Mas este tipo de contagem tamb\u00e9m \u00e9 um problema, especialmente para materiais muito fragmentados. Por exemplo, como lidar com uma situa\u00e7\u00e3o em que temos um copo descart\u00e1vel inteiro e uma quantidade de fragmentos deste mesmo material que, em conjunto, forma um outro copo? Contamos como dois copos descart\u00e1veis? Contamos os fragmentos em separado? Sobre a categoriza\u00e7\u00e3o, definir de modo adequado o tipo de material e o seu potencial uso ajuda muito a identificar a poss\u00edvel fonte do lixo. Mas, a depender do contexto regional e at\u00e9 mesmo do n\u00edvel de integridade do material, esta n\u00e3o \u00e9 uma tarefa simples&#8221;, enumera o professor Leonardo.<\/p>\n<p>Outro ponto destacado \u00e9 a gama de usos que o pl\u00e1stico atende atualmente, gerando complica\u00e7\u00f5es adicionais no momento de classificar o lixo de acordo com o seu uso pelo ser humano: &#8220;H\u00e1 um esfor\u00e7o mundial para buscar esta padroniza\u00e7\u00e3o e j\u00e1 temos avan\u00e7os importantes, mas ainda h\u00e1 desafios a serem superados, como os mencionados acima&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O que se pode fazer<\/strong><\/p>\n<p>O principal ponto sobre o lixo flutuante no mar \u00e9 que a maior parte dele vem de fontes terrestres. &#8220;Eu costumo usar a express\u00e3o que &#8216;o resultado do lixo no mar \u00e9 consequ\u00eancia de nossas a\u00e7\u00f5es em terra&#8217;. No caso do Brasil, especialmente em fun\u00e7\u00e3o da gest\u00e3o inadequada dos res\u00edduos s\u00f3lidos em munic\u00edpios do litoral, mas n\u00e3o s\u00f3. Afinal de contas, o lixo despejado em rios, a partir da gest\u00e3o inadequada de res\u00edduos em munic\u00edpios do interior, tamb\u00e9m pode alcan\u00e7ar o mar. Isto j\u00e1 est\u00e1 largamente demonstrado na literatura cient\u00edfica&#8221;, pondera o professor Leonardo.<\/p>\n<p>O artigo indica que uma necessidade premente \u00e9 colocar em pr\u00e1tica a\u00a0Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos (LEI N\u00ba 12.305, DE\u00a02 DE AGOSTO\u00a0DE 2010), que prop\u00f5e desde a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental, log\u00edstica reversa e reciclagem at\u00e9 o fechamento de pontos ilegais de disposi\u00e7\u00e3o de lixo. Essa quest\u00e3o ainda requer muito trabalho em Porto Seguro, uma vez que, conforme o professor Leonardo,\u00a0Porto Seguro e Santa Cruz Cabr\u00e1lia n\u00e3o disp\u00f5em de uma associa\u00e7\u00e3o de catadores e nem programas de reciclagem. Com isso, todo o lixo coletado no munic\u00edpio vai para o aterro, o que \u00e9 um tremendo equ\u00edvoco, pois itens recicl\u00e1veis n\u00e3o deveriam ser &#8220;perdidos&#8221; para um aterro.<\/p>\n<p>&#8220;Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 uma log\u00edstica adequada para dar vaz\u00e3o aos materiais recicl\u00e1veis.\u00a0Temos o apoio em algumas iniciativas da Associa\u00e7\u00e3o Gota do \u00d3leo de Eun\u00e1polis, que vem desempenhado um papel fundamental neste processo, mas o volume de lixo \u00e9 muito grande para esta Associa\u00e7\u00e3o atuar sozinha, o que demonstra a import\u00e2ncia de mais associa\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, a AGO n\u00e3o consegue coletar todos os materiais recicl\u00e1veis, a exemplo do isopor&#8221;, detalha o pesquisador.<\/p>\n<p>O processo de coleta e separa\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos desde os espa\u00e7os p\u00fablicos \u00e9 uma necessidade. Em Porto Seguro, o\u00a0n\u00famero de lixeiras \u00e9 insuficiente e sem indica\u00e7\u00e3o de separa\u00e7\u00e3o dos tipos de lixo, que \u00e9 coletado de forma muito prec\u00e1ria. Al\u00e9m da infraestrutura demandar adequa\u00e7\u00e3o, o professor Leonardo avalia que o comportamento de moradores e visitantes tamb\u00e9m deixa a desejar: &#8220;Por exemplo, n\u00e3o \u00e9 incomum ver as pessoas jogando lixo nas ruas. Mesmo com lixeiras perto, as pessoas n\u00e3o colaboram.\u00a0Portanto, \u00e9 preciso tamb\u00e9m investir em educa\u00e7\u00e3o ambiental e tamb\u00e9m em fiscaliza\u00e7\u00e3o. Por exemplo, Porto Seguro tem uma lei que pro\u00edbe o uso de canudos. Mas sem fiscaliza\u00e7\u00e3o e puni\u00e7\u00e3o do descarte inadequado deste material, terminamos encontrando os canudos em grande quantidade nas praias.&#8221;<\/p>\n<p>A educa\u00e7\u00e3o aliada \u00e0 melhoria da estrutura urbana para coleta e separa\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos \u00e9 a combina\u00e7\u00e3o indicada para intervir nesse problema, aponta o cientista. O consumo deve ser discutido com inclus\u00e3o do vi\u00e9s ambiental e a l\u00f3gica da Pol\u00edtica dos 5 Rs (Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar) na previs\u00e3o de medidas a adotar: &#8220;\u00c9 preciso insistir no trabalho de conscientiza\u00e7\u00e3o que, inclusive, leve as pessoas a refletirem sobre o seu ato de consumo. Afinal de contas, muito material \u00e9 consumido sem uma reflex\u00e3o sobre a real necessidade de uso deste material. Por exemplo, ser\u00e1 que precisamos de uma colher de pl\u00e1stico para tomar sorvete, sendo que uma paleta de madeira serve ao mesmo prop\u00f3sito? E ainda para ficar no sorvete, qual a raz\u00e3o de usar um copo de papel misturado com pl\u00e1stico, se \u00e9 muito mais gostoso comer a casquinha ap\u00f3s tomar o sorvete?&#8221;, exemplifica o professor Leonardo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um personagem essencial para a reviravolta da trama de\u00a0O Homem que Ri, do escritor franc\u00eas Victor Hugo, Barkilphedro \u00e9 um obscuro e astuto burocrata que ascende na hierarquia da Inglaterra e se torna respons\u00e1vel pelo recebimento, guarda e destina\u00e7\u00e3o dos itens\u00a0oriundos de naufr\u00e1gios,\u00a0dentro da estrutura do Almirantado. 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