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Pense Global, Aja Local: as Lições da COP30

Cleber Isaac Filho

 

Essa máxima nunca foi tão relevante.

Ao acompanhar os desdobramentos da COP30, o que mais me chamou atenção não foram apenas os compromissos firmados entre nações, mas a atuação de protagonistas que têm impacto direto na Bahia: Grupo Marca, Isabela Suarez, Salvador Ribeiro e Georges Humbert.

Diariamente, observo a dinâmica de projetos ligados à economia verde, transição energética, bioeconomia e desenvolvimento urbano sustentável. Fica cada vez mais claro que o sucesso global está intrinsecicamente ligado ao sucesso local.

Para navegar pela complexidade dessa intersecção entre o global e o regional, estou investindo em uma formação de ponta: o MBA em Direito e Sustentabilidade do IBRADES (Instituto Brasileiro de Direito e Sustentabilidade). O curso tem me fornecido ferramentas para compreender o papel de líderes que atuam diretamente nesse cenário — e que cito a seguir.

O Protagonismo de Georges Humbert e a Estratégia do IBRADES

Minha escolha pelo IBRADES se deu, em grande parte, pela oportunidade de ter como mestre Georges Humbert, presidente da instituição e uma das vozes mais relevantes no debate nacional pós-COP.

Na conferência, Humbert reforçou que o Brasil precisa assumir um protagonismo real na governança climática — mas com uma ressalva crucial: é preciso transformar a retórica diplomática em ações estruturadas. Segundo ele, essa transformação só se materializa quando estados e municípios, como os da Bahia, entram na linha de frente, utilizando o Direito como ferramenta de execução.

A Bahia, segundo Humbert, é um verdadeiro laboratório de sustentabilidade.
Com sua vasta costa, rica biodiversidade e desafios urbanos, o estado reúne as condições ideais para testar e implementar soluções climáticas que nasçam do território e da economia real — e, por isso, ganham força e legitimidade.


Outras Lideranças que Reforçam esse Movimento

Salvador Ribeiro e o Turismo Carbono Zero

Sua proposta de integrar geração de renda, conservação ambiental e certificação de baixo carbono mostra como uma iniciativa local pode se tornar modelo replicável nacionalmente — desde que haja suporte legal e institucional para ganhar escala.

Grupo Marca e a Economia Circular

Com foco na gestão de resíduos sólidos e na produção de biometano, o Grupo Marca demonstra como o que antes era considerado “problema” pode se transformar em ativo econômico e energético. Essa transição depende tanto de tecnologia quanto de regulamentação que incentive a economia circular.

Isabela Suarez e a Agenda Urbana

Isabela destaca que os maiores desafios climáticos estão nas cidades — não apenas na floresta. Mobilidade, saneamento e ocupação urbana são pilares onde a legislação, especialmente nos Planos Diretores, tem poder real de transformar a adaptação e a mitigação climática.

E você?
Na sua opinião, qual desses temas exige atenção mais urgente da legislação baiana no pós-COP30?

Transição energética

Mobilidade urbana

Gestão de resíduos

Bioeconomia

Compartilhe sua visão nos comentários!

(Foto Planeta Terra: IA Meta)

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