
Os territórios de identidade do Baixo Sul e do Litoral Sul somaram R$ 3,73 bilhões em valor da produção de cacau em 2025. Juntos, responderam por 64,4% do total baiano, segundo cálculos do PIMENTA a partir do novo Painel da Produção Agrícola da Bahia.
Na Bahia, o cacau alcançou R$ 5,8 bilhões, com uma colheita de 137.567 toneladas de amêndoas. O estado ficou na segunda posição nacional na produção da cultura, atrás do Pará. O balanço foi divulgado nesta segunda-feira (26) pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), com base na Pesquisa Agrícola Municipal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Ilhéus liderou o ranking baiano tanto em volume colhido quanto em valor da produção. Foram 9.135 toneladas, avaliadas em R$ 445,2 milhões. Sozinho, o município respondeu por 7,7% do valor do cacau produzido no estado.
Ibirapitanga apareceu em segundo lugar em valor, com R$ 399,4 milhões, seguido por Wenceslau Guimarães, com R$ 372,9 milhões. Na comparação por quantidade, a ordem se inverte: Wenceslau Guimarães colheu 9.043 toneladas, e Ibirapitanga, 8.598 toneladas.
Os três municípios reuniram R$ 1,22 bilhão, equivalentes a 21% do valor estadual. Abaixo, veja os dez primeiros colocados pelo valor da produção:
POR TERRITÓRIO DE IDENTIDADE
No recorte territorial, o Baixo Sul liderou com R$ 2,01 bilhões, ou 34,6% do total. O Litoral Sul veio em seguida, com R$ 1,73 bilhão e participação de 29,8%. Os dois territórios colheram 89.765 toneladas, correspondentes a 65,3% do volume baiano.
O Médio Rio de Contas também tem peso expressivo, com R$ 1,08 bilhão. Somado ao Baixo Sul e ao Litoral Sul, o território eleva a participação conjunta para 83% do valor da produção estadual de cacau.
Já em Itabuna, o painel registra 1.380 toneladas e valor de R$ 41,4 milhões. A plataforma permite consultar cada município, comparar territórios e acompanhar a série de 2015 a 2025, com indicadores de área colhida, quantidade produzida e valor da produção
(site Pimena)






