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Cacau 500 amplia experiências com churrascada, turismo, música e dança e lança um olhar para os 500 anos de Ilhéus

Chef Alex Cintra comandará a Churrascada Cacau 500, uma das novas experiências do encontro

O fogo e a brasa também terão espaço de destaque no IV Encontro Nacional do Projeto Cacau 500@ + Sustentável. Entre as novidades desta edição está a Churrascada Cacau 500, experiência gastronômica comandada pelo Chef Alex Cintra, que promete transformar o horário do almoço em um grande momento de convivência entre produtores, expositores, patrocinadores, autoridades, visitantes e convidados.

Chef Alex Cintra

A proposta será construída dentro da própria essência de uma churrascada: fogo, brasa, movimento, integração e proximidade com o público. O Chef Alex Cintra estará à frente de uma estrutura especialmente montada para a experiência, aproximando a linguagem do churrasco dos sabores e produtos ligados à cadeia do cacau.

Elementos do cacau também estarão presentes nas preparações, abrindo espaço para combinações e novas possibilidades de utilização do fruto para além do chocolate. A ideia é valorizar a criatividade, os ingredientes regionais e a identidade gastronômica do Sul da Bahia.

Realizada na praça de alimentação, a Churrascada contará ainda com voz e violão, criando um ambiente de encontro e descontração durante cerca de duas horas. A experiência é uma das novidades de uma programação que amplia o olhar do Cacau 500 para além do conteúdo técnico da cacauicultura.

De 10 a 13 de dezembro de 2026, no Centro de Convenções de Ilhéus, produtores, pesquisadores, empresas, instituições e visitantes encontrarão um ambiente que reunirá conhecimento, negócios, gastronomia, turismo, cultura e experiências ligadas à identidade da região cacaueira.

A iniciativa reforça uma nova dimensão do encontro: mostrar que falar de cacau também é falar de território, história, cultura, gastronomia e das pessoas que constroem diariamente essa cadeia produtiva.

Turismo entra definitivamente na agenda do Cacau 500

A ampliação das experiências também aproxima o Cacau 500 de outro ativo estratégico da região: o turismo. Ao inserir gastronomia, cultura e experiências ligadas à cabruca em sua programação, o encontro busca mostrar que a cacauicultura pode dialogar diretamente com o turismo rural, o turismo de experiência, a gastronomia e a valorização dos produtos de origem.

Orla norte de Ilhéus

Nesse contexto, ganha destaque a Imersão Veredas da Cabruca, concebida como uma experiência capaz de aproximar o visitante da história, da ciência, da produção, da sustentabilidade e da identidade do sistema cacau-cabruca.

A proposta é fazer com que o público não apenas ouça falar sobre a cacauicultura, mas possa experimentar diferentes dimensões desse universo, compreendendo a relação entre produção, floresta, conhecimento, cultura e território.

O encontro também abre espaço para discutir de que forma municípios produtores podem transformar seus ativos agrícolas, culturais e naturais em oportunidades de visitação, geração de renda, fortalecimento da economia local e desenvolvimento regional.

Música e dança passam a integrar a experiência

A programação cultural terá presença importante nesta edição  do Cacau 500.
Além do voz e violão durante a Churrascada Cacau 500, o encontro contará com apresentações de dança e atividades que aproximam o universo produtivo das manifestações culturais e artísticas da região.

Entre elas estará “Uma Década em Movimento”, celebração dos dez anos do Studio Eliana Fonseca, com apresentações nos dias 12 e 13 de dezembro.
Também fará parte da programação “Um Olhar sobre o Mito de Perséfone”, apresentado pelo Instituto Tempo de Dançar.

A incorporação dessas atividades reforça o propósito de transformar o Cacau 500 em um espaço de encontro. Um ambiente onde o produtor continua sendo protagonista, mas onde famílias, visitantes, parceiros e diferentes públicos também possam permanecer, conhecer, conviver e estabelecer novas relações com o território do cacau.

Um olhar para os 500 anos de Ilhéus

A realização do encontro em Ilhéus ganha ainda maior significado diante da aproximação dos 500 anos da cidade. Berço de uma das histórias mais conhecidas da cacauicultura brasileira, Ilhéus carrega em sua formação econômica, social e cultural uma relação profunda com o cacau.

Por isso, o Cacau 500 pretende lançar um olhar para essa trajetória, conectando passado, presente e futuro. Mais do que recordar a história, a proposta é provocar uma reflexão sobre o papel que o cacau poderá desempenhar na construção dos próximos anos de Ilhéus e de toda a região.

Produtividade, tecnologia, sustentabilidade, turismo, gastronomia, cultura, inovação e valorização da identidade territorial passam, nesse sentido, a fazer parte de uma mesma discussão.

É também nesse ambiente que iniciativas como o CabrucaTec, a Imersão Veredas da Cabruca, a Churrascada Cacau 500, as experiências culturais e o próprio conteúdo técnico do encontro se conectam. O objetivo é mostrar uma cacauicultura que preserva suas raízes, mas que também olha para frente.

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