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Silvino Kruschewsky: “manejo e tecnologia previnem impactos da monilíase no cacaueiro”

Especialista diz que plantas antigas são mais suscetíveis à doença

A chegada da monilíase ao Brasil é uma preocupação constante de orgãos governamentais e de produtores de cacau, num momento em que a elevação dos preços das amêndoas vem estimulando o aumento da produção.

Durante o simpósio  Módulo Rural Inovações e Manejo da Cacauicultura, o engenheiro agrônomo  Silvino Kruschewsky, com atuação em países que convivem com a monilíase conversou com Daniel Thame, editor do site Cacau&Chocolate, sobre como as plantas mais antigas estão suscetíveis à doença e os métodos de prevenção.

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Um Comentário

  1. Muito importante as considerações do Silvino, principalmente, levando em conta a sua convivência direta com plantações e produtores em países onde a monilíase já há muito tempo é endêmica. Ressaltaria que nas ações preventivas ou preparatórias para o eventual avanço dessa praga para as regiões tradicionalmente produtoras de cacau, é imprescindível,
    o apoio para a intensificação do bem estruturado programa de melhoramento preventivo que a CEPLAC e instituições parceiras, estão executando buscando cultivares de cacau resistentes a essa doença, inclusive com resistência induzida também à vassoura de bruxa, que já apresenta resultados, que embora preliminares são muito promissores.

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